VER-O-FATO: Cadeia da carnificina em Altamira funciona em péssimas condições, segundo CNJ

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Cadeia da carnificina em Altamira funciona em péssimas condições, segundo CNJ

O Centro de Recuperação (?) de Altamira convive com superlotação, diz CNJ


As condições do Centro de Recuperação de Altamira, onde ocorreu o massacre de 55 presos do Comando Vermelho, nesta segunda-feira (29), são consideradas como péssimas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo o CNJ, a cadeia convive com superlotação e número baixo de agentes penitenciários para garantir a segurança do local.

De acordo com o CNJ, a unidade abriga 343 presos do sexo masculino, mais do que o dobro da capacidade, de 163 vagas. Os agentes penitenciários são apenas 33. O número de agentes é reduzido em relação ao número de internos custodiados.

Entre os presos, 308 cumprem pena em regime fechado e outros 35 estão no semiaberto. O Centro de Altamira, no entanto, não tem área separada para abrigá-los. Por causa da situação no presídio alguns detentos chegam a receber autorização para dormir em casa.

Na avaliação do CNJ, a Administração Penitenciária está desprovida de espaço físico para a adequada custódia dos apenados do regime semiaberto, evidenciando a necessidade de adoção de providências necessárias para assegurar a segurança dos apenados, sem que possa, ao mesmo tempo, incluir os presos em regime mais gravoso.

A cadeia não dispõe de bloqueador de celular e não há enfermaria no local.



Um comentário:

  1. Bando de covardes,essa CNJ ,junto com a OAB e Alepa, que permitiram construir um presídio com contêiner e agora querem responsabilizar o atual governo!Covardes!

    ResponderExcluir