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domingo, 26 de maio de 2019

GOVERNO BOLSONARO - Povo ocupa ruas do país em apoio às reformas e pacote anticorrupção

Em Belém, manifestantes, como no resto país, saíram às ruas em apoio às propostas do governo

Nas ruas do centro de Belém, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e das reformas do governo realizaram manifestação que terminou no meio da tarde. Os organizadores calcularam em 50 mil o número de manifestantes. A Polícia Militar informou não ter feito medição do número de participantes do ato.

Com muitas bandeiras do Brasil e cartazes contra o Centrão - grupo de partidos políticos que tem imposto derrotas aos projetos do governo - os manifestantes apoiavam a reforma da Previdência,  o ministro Sérgio Moro e seu pacote anticrime, o combate à corrupção e, de quebra, a CPI da Lava Toga. 

O mecânico Gláucio Fernandes declarou que participava do ato porque "é preciso derrubar essas estruturas podres que mantém a República há décadas nas mãos de homens sem escrúpulos e que governaram para as elites, deixando o povo sem emprego, saúde e educação". De acordo com Fernandes, que estava acompanhado de familiares, o país irá recuperar sua "hegemonia e respeito do mundo".

Mariana Cruz, enfermeira, completou que os que rejeitam as reformas são os mesmos que defenderam a corrupção do PT nos governos de Lula e Dilma e que sempre estiveram ao lado dos privilégios de servidores públicos que se opõem à reforma da Previdência. "Eles serão derrotados", disse Mariana. 

Para o estudante Wagner Coutinho de Oliveira, o governo sofre boicote da grande imprensa "toda ela a serviço de seus interesses comerciais, pois sempre mamaram nas tetas dos cofres públicos, como a Rede Globo, Veja, e Folha de São Paulo. "O governo irá superar essas vozes atrasadas que nunca pensaram no país", enfatizou. E concluiu que irá a outras manifestações "em nome do Brasil". 


Pelo país

Atos em favor do governo também ocorreram em outros 12 estados e no Distrito Federal. Bolsonaro, que está no Rio, participou do casamento do filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), mas não participou dos atos. Ele foi à igreja Batista Atitude, na Barra, da Tijuca, frequentada pela primeira-dama Michelle Bolsonaro. Depois da visita ao templo, o presidente afirmou que o "povo está indo às ruas defender o futuro dessa nação" e que atos são recados contra velhas práticas. 


Mais cedo, pelo Twitter, Bolsonaro já havia apoiado o comparecimento nos atos. Durante as convocações para este domingo, que ganharam força depois dos protestos em defesa da educação no último dia 15, o governo evitou envolvimento, embora deputados do PSL tenham apoiado desde o início a organização dos atos.

No Rio, o ato começou às 9h na Orla de Copacabana . Um boneco de 3,5 metros de altura em alusão ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi levado elos manifestantes. O boneco tinha uma camisa em que, na parte de trás, vinha escrito "Judas".

Maia já fez críticas ao presidente e, recentemente, rompeu com o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL)-GO). Alvo de críticas de apoiadores de Bolsonaro, o presidente da Câmara trabalha desde o inicio da gestão de Bolsonaro pelo andamento das reformas e para mediar a relação entre o Executivo e os deputados do centrão.

Davy Albuquerque, de 19 anos, coordenador do Movimento Brasil Conservador, afirmou que a última derrota do governo no Congresso, que retirou o Coaf do Ministério da Justiça ao votar a MP 870 nesta semana, apenas reforçou o ato deste domingo.

— Isso fortaleceu mais ainda o ato. As pessoas que vieram aqui são totalmente contrárias ao centrão e à retirada do Coaf do ministro Sergio Moro. Está claro que o centrão não representa nada da população — afirmou.

Foram registrados atos em Rio, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pará, Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Acre e Santa Catarina. No Distrito Federal, manifestantes se concentraram na Esplanada dos Ministérios. 

Seguidos por três trios-elétricos, os simpatizantes de Bolsonaro se concentraram no entorno da rodoviária de Brasília e caminharam em direção ao Supremo Tribunal Federal para fazer um "almoço de lagosta", ironizando um episódio recente em que a Corte foi pressionada a cancelar a compra de itens gastronômicos de alto valor. Em São Paulo, oito quarteirões da Avenida Paulista ficaram lotados de apoiadores de Bolsonaro. 



5 comentários:

  1. Movimento de apoio muito menor do que aconteceu dia 15.05, aliás esses apoiadores do facista,se acham que isso vai segurar o facista estão enganados,pois os próximos atos contra ele serão maiores e mais inflamados.Fora racista e leva junto seus filhos bandidos e milicianos!

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    1. Vai ver que foi coopitada pelo sanduichinho de "mortandela" e uns pixulecos, 30,00 reaus ou não?

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    2. É mesmo adorador de facista!
      Vai que os idiotas inúteis que foram apoiar o facista domingo eram todos da elite e empresário doidos que o facista aprove a reforma da previdência,o que te garanto que não acontecerá!

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  2. fui observar as duas manifestacaoes , estava presente nas duas a de hoje, foi bem maior e organuzada, coitado dos politicos que votaram que o coaf nao ficasse com o mouro.a esses meus pesar

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    1. Apoiador de facista detected!
      O que você de maior foi bandeiras,por que apóio popular não teve, aliás não vi o trabalhador,o povo humilde, apenas a elite e classe empresarial sempre apoiadora do presidente milicianos facista!
      Verás a resposta do povo contra teu ídolo facista!

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