VER-O-FATO: COLÉGIO NAZARÉ - Ameaça de suposto atentado intranquiliza famílias; direção diz que afastou aluno envolvido

quarta-feira, 8 de maio de 2019

COLÉGIO NAZARÉ - Ameaça de suposto atentado intranquiliza famílias; direção diz que afastou aluno envolvido

Problemas disciplinares e de segurança ocorrem no Nazaré desde o ano passado, segundo pais 

Instituição escolar que abriga filhos da classe média alta e dos ricos de Belém, o Colégio Marista Nossa Senhora de Nazaré foi sacudido - e lá dentro, principalmente, além das redes sociais, não se fala em outra coisa - pela divulgação de áudios de alunos temerosos com ameaça de atentado por estudante da própria escola após divergência com um professor. 

O aluno - cujo nome é mantido sob sigilo, embora tenha sido afastado pela direção do Nazaré e não frequente as aulas desde terça-feira -, furioso por ter sido repreendido pelo professor, durante discussão, teria ameaçado entrar armado e atirando dentro do colégio. A polícia precisa investigar o caso, que é o assunto do momento em grupos de alunos do Nazaré no Facebook e Whatsaap. 

"Isso vem desde o ano passado e nada foi feito pela direção do colégio, o que deixa a todos nós preocupados", declarou ao Ver-o-Fato o pai de uma aluna do Maristinha, escola do Nazaré onde estudam crianças até 12 anos. Essa escola seria um suposto alvo do tal aluno revoltado. E, o mais grave: outros dois alunos, do ensino médio, também estariam envolvidos na trama.    


Segundo nota  (abaixo) do Colégio Nazaré, o aluno que teria feito a ameaça de entrar atirando na escola foi "afastado por tempo indeterminado". E diz que providências foram tomadas para garantir a segurança de todos os estudantes. E mais: após reunião com os pais, na manhã desta quarta-feiras, serão tomadas novas medidas.

Pais preocupados

Em páginas do Facebook, alguns pais de alunos criticam a falta de segurança no colégio. A mãe de um deles diz que não há restrição à entrada de estranhos e que qualquer pessoa pode ingressar nas dependências. Ela ressalta que pediu providências da direção, mas não foi atendida. 

"A gente não pode subestimar  uma ameaça de massacre, mesmo que seja doidice de algum aluno com problema em casa com os pais ou mesmo dentro da escola. Se faz necessário que a direção transmita tranquilidade a todos nós", resumiu o tio de uma aluna.





Um comentário:

  1. Como ex-aluno marista acho que nada mais resta : expulse-se o jovem e se chame a polícia. Se for caso de distúrbio mental, ao psiquiatra e/Ou psicólogo. Posso garantir: Bolsonaro não é responsável por nada do que aconteceu.

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