VER-O-FATO: REFUGIADOS - Em Belém, já passam de 1.000 e agora ocupam praça no bairro do Marco: quem quer saber deles?

sábado, 27 de abril de 2019

REFUGIADOS - Em Belém, já passam de 1.000 e agora ocupam praça no bairro do Marco: quem quer saber deles?

A praça da 25 com Humaitá está lotada
O ditador Maduro não se importa com eles. Aliás, não quer saber nem de seu próprio povo, que passa fome, morre nas filas dos hospitais e, quando pode, foge do país. Os refugiados venezuelanos espalhados pelo Brasil multiplicam-se e não se vê uma solução para o drama que enfrentam pelas ruas de cidades como Belém. 

Eles vivem da compaixão e da caridade publica. Já passam de 1.000 na capital paraense, segundo informações extra-oficiais obtidas pelo Ver-o-Fato


Os abrigos municipais estão lotados. As dores e a degradação humana desses refugiados não sensibilizam sequer as esquerdas brasileiras e seus partidos, que cultivam um silêncio sepulcral e não se manifestam para nada em favor deles. Nenhuma passeata, campanha de arrecadação de donativos, ou manifesto. 

Não é "tático", nem "estratégico" falar disso, porque seria dar munição política aos que combatem os modelos falidos e cruéis das ditaduras comunistas. Por outro lado, os governos, seja de direita ou de centro, também não estão nem aí para eles. Lavam as mãos, como Pilatos no credo. Então, que esses refugiados se virem nos trinta. 

E eles se viram, até mesmo diante do olhar de indiferença de quem os vê pedir esmolas nos sinais de trânsito de Belém, ou comida na porta da casa de moradores. A cena diária é de crianças abertamente expostas aos trabalho infantil, sem falar no risco de encontrar pelo caminho figuras nefastas como pedófilos e outras formas humanas de aberração sexual. 

Também se vê idosos doentes, pelas calçadas, e adolescentes em busca de algum trocado, limpando vidros de carros e outros pequenos serviços, como a venda de água, frutas e artesanato indígena. 

Na praça da 25

O Ver-o-Fato encontrou a mais nova "ocupação" de espaço público da cidade pelos venezuelanos: a praça localizada na Avenida Rômulo Maiorana, esquina da Travessa Humaitá, em frente ao Supermercado Líder. Essa praça abriga famílias inteiras de refugiados sob barracas de lona. 

A informação é de que a prefeitura havia arrumado um abrigo na Augusto Montenegro para alojá-las e elas chegaram a deixar o local, mas retornaram ainda em maior número por não querer ficar longe do centro da cidade. Não há local para elas tomarem banho, cozinhar ou fazer suas necessidades. Como sobrevivem? Só Deus sabe.

O que dizem disto o Ministério Público, a Secretaria de Justiça, a prefeitura, o governo estadual, o Conselho Tutelar, e outras autoridades correlatas? A palavra está com elas. 

Eles haviam saído, mas voltaram à praça após recusar abrigo na Augusto Montenegro 

8 comentários:

  1. É interessante como chegam no país alheio e querem impor suas vontades. Tomam uma praça por se recusarem a ir para um abrigo. Usam os filhos para mendigar, uma clara afronta ao ECA. O Brasil deve assistência sim aos refugiados, mas nas regras de nossa sociedade. Os convidados que se adequem.

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  2. Willian Wanderkerforf27 de abril de 2019 16:11

    NÃO PODEMOS ABRIR AS PERNAS E PEGAR HERANÇA MALDITA DO COMUNISMO. NOSSO PAIS JÁ TEM MUITOS MISERAVEIS QUE SÃO OS BRASILEIROS EM SUA GRANDE MAIORIA ESQUECIDO PELO PODER PÚBLICO. PRA PIORAR TEM GENTE ACHANDO AUE DEVEMOS CUIDAR E DAR TOTAL ASSISTÊNCIA AOS QUE BUSCAM ABRIGO EM NOSSO PAIS COMO SE O PROBLEMA FOSSE NOSSO. NÃO PODEMOS SEMPRE ABRIR NOSSAS PORTAS PARA TAIS PROBLEMAS, JÁ TEMOS OS NOSSOS QUE SÃO MUITOS. AQUI SEMPRE É ASSIM ENTRA QUEM QUER FAZ O QUE QUER EXIGE TUDO ETC ETC.

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    1. Não tenho as resposta ! Mais sigo dizendo ,vamos sim ser humanos !! E os nossos que estão morrendo nos chão dos HOSPITAL !!

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  3. Os cães labram quando os famintos batem a porta. Do inicio do ano pra cá pego esse percurso de carro sempre a noite após sair da casa da loja irmã, e só comecei a ver acampamento de 2 a 3 semanas pra cá. Agora com escolta policial(duas a três viaturas), patrocinado, talvez pelo supermercado ou pelo restaurante, dispostos um de frente pro outro. A cada dia vejo que isso aqui virou antro de sensacionalismo, um blog juvenil como outros que vemos pelo interior a fora.

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  4. Cade os pais mais potente do mundo e ajuda deles.o mundo ja nao vale mais nada. Maranata vem jesus .

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  5. http://www.mppa.mp.br/noticias/mppa-vai-acompanhar-atendimento-a-refugiados-warao.htm

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  6. Só tenho a lamentar pelas pelas pessoas que fizeram os comentários acima. Acho que nunca passaram por necessidade na vida, talvez seja isso.

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  7. O drama deles é igual ao nosso.A diferença é que o mandatário deles se proclama ditador e os nossos democráticos. Outra diferença é que eles precisam migrar para o Brasil, nós ja estamos.Vivemos as mesmas mazelas, fome , abandono, desemprego, assaltos, falta de moradia, milicias, ou seja estamos no mesmo barco. Temos que encontrar soluções para todos, refugiados e população local e não lamentarmos a situação deles fingindo que estamos bem. que vivemos no luxo. Vivemos na miséria tal e qual nossos irmãos venezuelanos.vamos procurar soluções para todos. Dinheiro tem, falta vergonha, vontade, dedicação à causa publica, ajuda ao próximo. Parece que esquecemos todos esses valores e só cultivamos a corrupção.Tá dificil

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