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sábado, 30 de março de 2019

Zequinha Marinho dá jantar em Brasília para senadores: cardápio político é para esvaziar poder de Bolsonaro?

Senador Zequinha Marinho:  anfitrião do regabofe pra lá de quente 
Falar mal do governo - de qualquer governo, aliás - sempre foi a melhor entrada e sobremesa de qualquer almoço ou jantar entre políticos. Nos últimos meses, em Brasília, senadores não alinhados com o governo de Jair Bolsonaro têm frequentemente se reunido em pantagruélicos repastos para avaliar como andam as relações entre legislativo e executivo.

Desta vez, neste final de semana, o jantar, na base de pirarucu ao molho de camarão, pato no tucupi - iguarias bem paraenses - e carneiro assado, ocorreu na residência em Brasília do senador paraense Zequinha Marinho PSC). Segundo informa Caio Junqueira, da revista digital Crusoé, o cozinheiro foi Lucas Barreto, do PSD do Amapá. Papo vai, papo vem, o nome mais falado, entre uma garfada e outra, foi o de Bolsonaro, como não poderia deixar de ser.

Lógico que as orelhas do presidente da República arderam. Um terço do Senado compareceu, entre líderes, vice-líderes do governo no Congresso, além do presidente, Davi Alcolumbre. Na avaliação da maioria, ou Bolsonaro dá um rumo ao governo dele ou será deixado de lado. 

Nesse caso, o Congresso tocaria uma agenda própria e autônoma, como ocorrido nos últimos dias, durante a aprovação da emenda constitucional que obriga o governo a pagar emendas de bancada na Câmara dos Deputados.

Ministros de Bolsonaro interessados em levar adiante sua agenda legislativa, como o da Economia, Paulo Guedes, e o da Justiça, Sérgio Moro, serão considerados os interlocutores do governo. Um senador chegou a dizer que o governo não é só o presidente da República.

No meio da comilança, houve quem falasse até em ressuscitar uma proposta de semi-presidencialismo, aventada durante o governo do enrolado Michel Temer. Na prática, esse tal semi-presidencialismo, ou seja lá o que isso for, retiraria os poderes do presidente da República e fortaleceria o Congresso Nacional.

Lá pelas tantas, um fogoso senador lembrou que o impeachment de Dilma Rousseff começou com almoços e jantares promovidos pelo então senador Heráclito Fortes. Claro que ninguém defende abertamente uma ruptura ou tentativa de isolar Bolsonaro. "O Brasil aguenta um impeachment a cada 30 anos, não um a cada 3 anos", ponderou um dos convivas.

Resumo da ópera: corre em Brasília, feito rastilho de pólvora, que a conspiração para esvaziar o governo de Jair Bolsonaro começaria pelo Senado. E olha que o "mordido" senador Renan Calheiros, que está na moita, se fingindo de morto, até agora não deu um pio. Sequer é convidado para lanche em trailler de esquina, em Brasília.

A velha política não dorme de touca.


7 comentários:

  1. O conflito do parlamento, (senado e câmara), com o governo Bolsonaro, tem suas raízes de natureza pecuniária, traduzindo pra tupi-guarani, senadores e deputados querem dinheiro, (muito dinheiro) e cargos para aprovar os projetos do governo, é uma vergonha, mas é a pura realidade. Nessa corja, pode-se incluir os incompetentes parlamentares paraenses.

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  2. Corre a boca pequena que o pastor senador começa a cacifar seu nome no Pará, cujo destino seria o executivo .

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  3. A grande maioria desses senadores estão envolvidos em corrupção e querem dinheiro a qualquer custo , estão cutucando a onça com vara curta , art 142 CF neles.

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  4. A grande maioria desses senadores estão envolvidos em corrupção e querem dinheiro a qualquer custo , estão cutucando a onça com vara curta , art 142 CF neles.

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  5. O que eu quero e a maioria do pivo brasileiro é que esse desgoverno do presidente facista seja destituído o mais rápido possível.

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  6. Falta muito para o nosso apagado político oportunista senador ter estatura para fazer este tipo de movimento. Em primeiro lugar, ele tem que pedir autorização para quem o elegeu,o Barbalho. Em segundo lugar, para os pastores da igreja, etc. Enquanto isto anda, eu vou correr para galera que é mais útil.

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  7. Sinto muito Senador Zequinha Marinho, até hoje eu sou seu fã.
    Espero que o Senhor não entre na caça às bruxas, do toma lá dá cá

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