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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Superintendente da PF defende pacote anticrime de Sérgio Moro

Delegado Luciano Flores
O novo Superintendente da PF no Paraná, Luciano Flores, defendeu no G1 o pacote anticrime de Sergio Moro: “toda mudança legislativa que facilita a investigação, respeitando obviamente os direitos, como foi proposto pelo ministro, ajuda e muito o sistema de investigação brasileiro, que realmente necessitava ser modernizado.

Nós temos um Código Penal e um Código de Processo Penal antigos, que foram editados em outras épocas, em que o Brasil sequer imaginava que havia um esquema de lavagem de dinheiro, aliás, sequer existia o crime de lavagem de dinheiro (…). Não adianta ter uma lei dizendo que matar é crime e que a pena prevista é de, vamos supor, de 6 a 20 anos, se a pessoa passa mais de 10 anos sendo processada, o que é comum no Brasil. Isso não é Justiça. Justiça tardia não é Justiça.

E por que no Brasil existem tantos crimes? Por que depois de 5 anos da Lava Jato existem novas fases? Por que muitos foram presos depois de terem sido deflagradas mais de 20 fases da Lava Jato? Porque a cultura do Brasil, até a Lava Jato, era de que era possível não ser preso mesmo praticando crimes, era possível não ser preso mesmo tento provas cabais de que a pessoa praticou um homicídio.

E ela conseguia ficar 20 anos, e ainda consegue, infelizmente, sem ir para a cadeia depois de ter praticado um homicídio, depois de ter cometido um ato de corrupção que causou mais de um bilhão de prejuízo aos cofres públicos. Então, a cultura brasileira era da impunidade.”

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