VER-O-FATO: Sérgio Moro diz ter se inspirado em juiz italiano para deixar a toga

domingo, 4 de novembro de 2018

Sérgio Moro diz ter se inspirado em juiz italiano para deixar a toga

Gilson Dipp, Giovanni Falcone, Earl Warren e Sérgio Moro
Em mensagem enviada na última sexta-feira aos magistrados da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Sergio Moro agradeceu as felicitações por ter sido escolhido ministro da Justiça e Segurança Pública do futuro governo Bolsonaro, e explica que o juiz italiano Giovanni Falcone o inspirou a deixar a toga. Veja a íntegra da mensagem de Moro à Ajufe:

"Prezados colegas magistrados federais. A todos que me endereçaram congratulações aqui, meus agradecimentos. Foi uma decisão muito difícil, mas ponderada.

Em Brasília, trabalharei para principalmente aprimorar o enfrentamento da corrupção e do crime organizado, com respeito à Constituição, às leis e aos direitos fundamentais.

Lembrei-me do juiz Falcone, muito melhor do que eu, que depois dos sucessos em romper a impunidade da Cosa Nostra, decidiu trocar Palermo por Roma, deixou a toga e assumiu o cargo de Diretor de Assuntos Penais no Ministério da Justiça, onde fez grande diferença mesmo em pouco tempo. Se tiver sorte, poderei fazer algo também importante.

Da minha parte, sempre terei orgulho de ter participado da Justiça Federal e os magistrados terão sempre o meu respeito e admiração. Continuem dignificando a Justiça com atuação independente (mesmo contra, se for o caso, o Ministério da Justiça).

Abs a todos, Sergio Fernando Moro"

O cerco aos corruptos 


Em abril de 2015, Moro revelou à jornalista Maria Cristina Fernandes, do Valor Econômico, quais foram os juízes que motivaram sua atuação na Lava Jato.
Além de Falcone, ele mencionou Earl Warren e Gilson Dipp. Segundo explicou, Warren tirou a Suprema Corte dos EUA “do pelotão auxiliar do macarthismo para colocá-la na linha de frente da luta pelos direitos civis”.

Falcone, depois de conseguir a condenação da Cosa Nostra, na Itália, “dedicou-se a projetos de lei antimáfia”. Dipp, um dos principais artífices das varas de crimes financeiros, foi, segundo a jornalista, “um dos juízes mais temidos pelos escritórios de advocacia do país”.

Maria Cristina observou que “o ministro aposentado do STJ foi preservado no oratório do comandante da Lava Jato a despeito do seu parecer contra a espinha dorsal da operação, a delação do doleiro Alberto Youssef”.

“A assessores que lhe cobraram a preferência, Moro disse que o parecer não é do juiz, mas do advogado”, registrou ela. Fonte: Folha de S. Paulo.


7 comentários:

  1. Não passa de um facista e golpista que como recompensa por ter atuado de forma política em todos os seus julgamentos da lava jato,prova disso é que não têm nenhum Tucanalha preso,foi agraciado pelo presidente facista com o ministério.

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  2. Moro, fascista? Te superastes desta vez, Revoltado.

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    1. Sim facista!E por que não?
      Todos que vierem a participar do governo do facista,facista serao! Pois todos eles vão rezar na cartilha do facista- mor , ou você não sabe disso? Além do mais sabemos o que é facismo e esse governo representa bem isso.

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    2. Fascista é um elogio pra ele ! Hipócrita!!

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  3. A quantidade de analfabetos que utiliza a palavra fascista sem nenhuma pertinência é assombrosa.Vá estudar Revoltado ignorante.

    Moro é herói brasileiro.

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    1. É mesmo, anônimo, agora eu te pergunto , se nesse período o tal do moro, estivesse a serviço do Lula , e após a eleição ele fosse chamado por lula para ser o seu ministro da justiça, o que vocês da imprensa e eleitores do facista pensariam?Seria um herói? Francamente me compre um bode!

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    2. Herói!! Coisa ridícula! Parece que está elogiando o personagem do Batman! Ôôô povim tupininquim viu!?!?🦇😂

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