VER-O-FATO: Nem a morte escapa da corrupção, em Viseu

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Nem a morte escapa da corrupção, em Viseu

Se já está difícil viver, em meio a tanta corrupção e desvio de dinheiro público, imagine depois da morte. Em Viseu, município da região nordeste do Pará, na fronteira com o Maranhão, o promotor de Justiça Emério Mendes Costa abriu investigação para apurar indícios de fraudes à licitação e desvio de recursos públicos pela prefeitura em uma funerária. O inquérito civil foi aberto na última terça-feira, 9.

A bandalheira é investigada na prestação de serviços funerários pela empresa Darcy Soares da Costa, por meio do procedimento de dispensa de licitação e contrato. Segundo a lei 8.429/92, que dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional, caso fiquem comprovadas as denúncias, os atos correspondem a atos de improbidade administrativa.

“Caso fiquem comprovadas as ilicitudes, haverá responsabilidade civil, administrativa e criminal para os envolvidos”, diz Emério Mendes. Do Ver-o-Fato, com informações do MP do Pará.



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