domingo, 26 de agosto de 2018

PF apreende 1,5 tonelada de cocaína em Barcarena, a maior da história policial no Pará

A quantidade da droga apreendida impressiona. Bom trabalho da PF


Faz tempo que o Pará está na rota internacional do tráfico de drogas, mas a apreensão de cocaína, ontem, em Barcarena, revela a intensificação do trabalho cada vez maior dos traficantes em usar nossa região como corredor mais próximo da Europa e Estados Unidos.
Os agentes da Polícia Federal de Belém, após a contagem final dos pacotes e pesagem da droga chegaram a marca de 1,5 tonelada, a maior apreensão já realizada na história policial paraense. O município vizinho de Abaetetuba já é conhecido dos traficantes como a "Medelin brasileira", por ser rota do tráfico colombiano.

A ação da PF contou com a cooperação internacional da Drug Enforcement Administration (DEA), órgão de polícia federal do Departamento de Justiça dos Estados Unidos encarregado da repressão e controle de narcóticos. 

Em Vila dos Cabanos, onde a operação foi ontem realizada, duas pessoas foram presas em flagrante, no momento em que retiravam a droga de uma caminhonete e a colocavam dentro de uma embarcação na beira do rio, que seria usada para o transporte até à Europa, destino final do entorpecente. Os presos foram autuados por tráfico internacional de droga e estão à disposição da Justiça Federal. 

Cafeína e "laranjas"

Em 2016, a PF do Pará, que realiza um trabalho brilhante de combate aos grandes traficantes, embora com limitações orçamentárias, já havia realizado outra operação, para desarticular um esquema internacional de tráfico de cocaína e insumos químicos na região metropolitana de Belém. 

Foram cumpridos 18 mandados de prisão preventiva, 22 de busca e apreensão e 7 de condução coercitiva, nos Estados do Pará, Pernambuco e Amazonas. A operação Siná foi resultado de investigações iniciadas há oito meses. 

Células de traficantes adquiriam insumos químicos (cafeína) para o preparo de drogas e atuavam na comercialização de (maconha e cocaína) oriundos da Bolívia e da Colômbia para serem distribuídos na Grande Belém.

De acordo com as investigações, "laranjas" do esquema recebiam um pequeno valor para receber a cafeína pelos correios e repassá-la aos traficantes. A droga vinda da Bolívia chegava ao Pará por via terrestre e a a cocaína proveniente da fronteira entre o Brasil e a Colômbia era transportada em lancha pela região.
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