segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Os desafios de Márcio Miranda: carregar a rejeição de Jatene e explorar as fragilidades de Helder

É evidente que o governador Simão Jatene não tinha um nome de confiança e peso eleitoral para sucedê-lo. E decidiu apostar suas fichas em alguém de fora do PSDB, o deputado Márcio Miranda, do DEM.

Isso contrariou tucanos de carteirinha, como o senador Flexa Ribeiro e o supersecretário Adnan Demachki, além do hoje socialista Sidney Rosa.


Se a máquina de Jatene posta à disposição de Miranda funcionará, isso são outros quinhentos. Pode dar certo, ou revelar-se grande fracasso. A urna dirá.


A pergunta que todos se fazem – de tucanos desgarrados a democratas convertidos – é se Miranda terá discurso próprio e propostas inovadoras, diferentes do disco arranhado do PSDB, fraco na questão social.

Dizer apenas que é ficha limpa, não basta. Terá que fazer estragos na horta eleitoral de Helder e atingir os pontos mais vulneráveis do filho de Jader Barbalho.


E mais: o deputado se dispõe a carregar nas costas os erros de Jatene e, mais do que isso, defendê-los diante do confronto inevitável com adversários? Ou vai preferir mirar apenas nos acertos do governador?

Como Miranda é médico, eis um teste pesado para ele. E, também, para os eleitores. O mais difícil será sobreviver ao terremoto do primeiro turno.

Caso consiga, irá transferir o desespero para Helder.
                                
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12 comentários:

  1. Lixo+alagamentos + milícias+ chacinas + morte de pms = Zenaldo + Jatene + Márcio Miranda

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  2. O discurso tucano é ainda mais fraco aliás inexistente na questão da segurança pública e acho que isso é irreversível para o Márcio Miranda

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  3. O governo Jatene foi o grande culpado do crescimento do tráfico de Drogas e milícias e das matanças no estado

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  4. Uma coisa é certa, se o Barbalho não levar no primeiro turno, ele certamente perderá a eleição no segundo turno, repetindo 2014, como os Barbalhos não tem voto na região metropolitana, a derrota deles é praticamente certa, na eleição passada ele perdeu na cidade onde foi prefeito por oito anos, que foi Ananindeua.

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  5. Democracia direta com soberania popular: Lula livre, Já!

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  6. Quando uma eleição estadual foi decidida no 1o turno no Pará? 2014 ganhou a máquina suja. Helder não perdeu para o Jatene. Helder terá muitos votos que nåo teve na região metropolitana em 2014.

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  7. Só quem vai votar no Márcio são os lembes botas(DAS) do PSDB"agora eu garanto na Cidade de Castanhal só vai dar Helder Governador,mesmo com todos os aparatos de manipulação dos tucanos de bicos quebrados...

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  8. O prefeito de Belém estar apavorado já estar convocando em reunião secretas com seu DAS,já para as eleições,o povo já estão se vendendo por consultas,e outos

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  9. Não que este MM seja lá farinha de boa qualidade, o problema é que o menino prodígio carrega um sobrenome hostil aos bons costumes e seu próprio curriculum vitae é de fazer inveja ao Beira Mar de Me Ame.

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    1. O Curriculum vitae e o sobrenome deste garoto é de dar inveja a Al capone.

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  10. O Hélder barbalho sente vergonha do próprio sobrenome, BARBALHO, ele esconde nas campanhas eleitorais, apresentando -se apenas como HÉLDER. Qual o real motivo dele esconder o sobrenome?

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  11. Márcio Miranda é o retrato do retrocesso. O Parlamentar coleciona broncas em Seu Instituto, Mercina Miranda, em que leva o nome de sua mão.
    O Instituto carrega em suas costas, supostos casos de corrupção e favorecimento eleitoral ao pesado Márcio Miranda.
    Parecendo caldo de gó, fraquíssimo, Miranda ostenta em seu curriculum vitae, diversos revés em eleições, e o pior, em sua própria cidade, CaSTANHAL. Em 2012, foi renegado pelo povo, para Prefeito de CASTANHAL. Em 2016, apoiou seu colega de parlamento, o deputado Milton Campos (PSDB), em que acabou em terceiro Lugar.
    Por ai, o Povo do Pará pode ver que ele não tem capacidade para ser o próximo Governador do PARÁ, e que não tem capacidade administrativa para tal.
    é só ver o exemplo da Assembleia Legislativa, na qual o mesmo presidencia: está caindo aos pedaços, mas, na Prestação de Contas, constam milhões em supostas reformas, que ninguém vê.

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