sábado, 11 de agosto de 2018

Cadê as pesquisas? Fazem falta? Ninguém as quer, todos as rejeitam




Os amantes das pesquisas de intenção de voto estão sentindo a falta delas nesta eleição paraense. Os políticos, porém, demonstram indiferença. Até o Ibope, famoso por acertar mais do que errar no estado, ainda não deu as caras.


Chama a atenção o seguinte fato: desde março passado nenhuma nova pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

É algo estranho. Mas o que não é estranho nesse cenário de incertezas sobre chances e favoritismo? Os institutos locais, por sua vez, também tomaram chá de sumiço. Advogados também querem impugná-los, impedindo-os de ir às ruas. Danou-se.

Duas hipóteses ganham corpo: os candidatos não querem saber de pesquisas, porque temem mais a alta rejeição que eventualmente possam ter, ou porque preferem confiar nas pesquisas internas, aquelas que não podem ser divulgadas, onde aparecem melhor do que realmente estão.

É uma contradição temer as pesquisas oficiais e confiar em pesquisas inconfiáveis, como as internas, feitas para amaciar o ego e turbinar percentuais de votos.
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2 comentários:

  1. Mesmo internas são pesquisas! Se feitas e falam somente bem do pesquisado não são pesquisas! São arremessos e mentira!

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  2. A pesquisa é divulgada quando interessa a quem encomendou. No Pará não é diferente, todos os partidos que fizeram pesquisas internas não se satisfizeram com o resultado, sobretudo, os sedentos e esfomeados pelo poder.

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