segunda-feira, 20 de agosto de 2018

A Celpa pinta e borda; e nós, reféns do estado-bandido

E a Celpa, hein? A pior empresa estabelecida no Pará está massacrando o povo do bairro do Marco. Até às 14h6 desta tarde de segunda-feira, por seis vezes a energia elétrica foi embora. Nenhuma explicação.


E a conta, no final do mês, ó....um assalto legalizado.
Aliás,  o governo estadual - se mudar o governo o eleito não terá peito de mexer nisso - mantém os 25% do ICMS sobre a energia elétrica. 

Com isto, ganha a Celpa, que presta péssimo serviço à população, mas sabe sobre quem jogar a culpa quando se reclama sobre o preço da energia. 

Não sabemos mais contra quem nos defender: se contra os bandidos, soltos nas ruas, ou contra o Estado-Bandido, enfurnado nos gabinetes.

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2 comentários:

  1. Discordo de você Carlos Mendes,o proxipr governador, não esse que aí está acabando com o nosso Estado, poderá sim reduzir essa alíquota do ICMS tanto da gasolina como da energia,basta acabar com os subsídios bilionário que esse governador Tucanalha cassado corrupto e criminoso Jateve concedeu para essas empresas multinacionais,como a Hydro.Aliás ficou estranho a posupos do procurador geral do Estado,que limitou-se a falar em guerra fiscal dos Estados, mas em monentm algum criticou o atual governador e nem você e seu entrevistador cobraram uma ação dele a esse respeito.Muito estranho.

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  2. A empresa em tela está pintando e bordando, conforme salientado e explico a razão: a ARCON, que é a Agência de regulação e controle dos serviços públicos não vem cumprindo com sua finalidade no setor elétrico e isso ocorre por ação direta do atual Governador. Como assim? A ARCON tinha um convênio com a ANEEL, que é a Agência nacional de energia elétrica e, por conseguinte fiscalizava e emitia patecetes contra a Rede Celpa. Pois bem senhores, o problema é que, infelizmente, existem as ingerências políticas em tais agências, contra as quais elas vêm lutando. O PR controlava a ARCON, todavia, em 2014, tal partido apoiou a candidatura de Helder ao governo. Apös sua reeleição, Jatene pediu o cargo de Diretor Geral da Agência a Antônio Neto, este negou-se a sair, alegando que ainda tinha 1 ano de mandato, pois tinha sido sabatinado pela AL. Contrariado, Jatene mexeu na Lei da Agência, modificando a duração do mandato das diretorias de 4 para 2 anos. A ANEEL chiou e pediu que ele voltasse atrás, o que não ocorreu, razão pela qual o convênio foi rompido. Isso foi imensamente prejudicial ao Pará, posto que as demandas de reclamações de energia passaram a ser tratadas pelo PROCON, cujos técnicos não possuem embasamento técnico para tratá-las. Convém salientar que os técnicos do setor da ARCON eram treinados e faziam cursos na ANEEL, em Brasília, periodicamente, nas resoluções setoriais vigentes, nas quais tais demandas são tratadas e não no código de defesa do consumidor. A Ouvidoria do setor elétrico da ARCON, fa qual orgulhosamente fiz parte, apesar de não ter o reconhecimento devido, era considerada uma das melhores Agéncias credenciadas do País. Hoje, continuo na Agência, pois sou concursado e entristeço-me quando contemplo o atual cenário....

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