terça-feira, 31 de julho de 2018

Chefe do MP do Pará nega participação em acordo para empossar delegado de polícia

Gilberto Valente: cutucadas  pelo Whatsaap
O chefe do Ministério Público do Pará, o procurador-geral de Justiça, Gilberto Valente Martins, nega ter qualquer tipo de influência na nomeação do delegado de polícia, Carlos Eduardo Paisani. A acusação surgiu contra ele numa conversa em grupos do Whatsaap. Valente diz que o processo envolvendo a homologação e posse do delegado tramitou na comarca de Tucuruí e "não teve qualquer participação" dele.

Segundo Valente, o acordo para a posse no cargo de Carlos Paisani foi firmado pelo governo do Estado, por meio do procurador-geral do Estado, Ophir Cavalcanti Júnior, e não pelo procurador-geral de Justiça, no caso ele próprio. 
Valente também salienta que o MP se manifestou no processo por meio da promotoria de Tucuruí, que homologou o acordo por entender que tal acordo "atende aos requisitos legais".

Origem da cutucada

As conversas no Whatsaap diziam que Silvia Paisani, a mulher do delegado, é assessora do juiz de Tucuruí. Em vista disso, Carlos Paisini, que teria perdido todos os recursos para se manter no cargo, em razão de o edital do curso prever o preenchimento de 50 vagas para delegado, quando ele ficou em 55º lugar, resolveu buscar o famoso jeitinho. 
E graças a uma liminar do juiz substituto de Tucuruí, Pedro Enrico de Oliveira, o delegado acabou aprovado e efetivado no cargo.


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