VER-O-FATO: O HUMOR PARAENSE QUE NEM O CARRO PRATA MATA

sexta-feira, 13 de abril de 2018

O HUMOR PARAENSE QUE NEM O CARRO PRATA MATA



O cara passa anos fora de Belém, viaja de barco, vira náufrago no Marajó, e mora em Muaná, mas encontra dois barqueiros perdidos e pede para voltar à capital onde nasceu. 

So rindo mesmo, como faz o Canal Pavulagem, para suportar essa onda sombria de criminalidade que se abate sobre o Pará.

O saudosista longe de Belém fala da Paragás, do vale-transporte, da Yamada, da loja Esplanada, do Xodó, que não existem mais, quer tomar acaí com 1 real no bolso, avisa que vai dançar o gererê e acredita que pegará um BRT, pois quando saiu, 12 anos atrás da cidade, ele ainda estava em obras. 

Pergunta pelo carro de sorvete e ouve que carro, hoje, só o prata, que manda o morador "levar o farelo".

Enfim, só vendo para rir. O humor paraense, pontificando em meio ao medo e violência que nos  aflige.

Curta aí.


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