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Linha de Tiro - 19/04/2018

quinta-feira, 12 de abril de 2018

E O MICHEL TEMER, HEIN? CONTINUA CALADO E INDIFERENTE SOBRE TSUNAMI DE CRIMES NO PARÁ

A violência fede por todo canto do Pará e Temer não está nem aí

O presidente Michel Temer manteve silêncio público e não se pronunciou oficialmente até agora sobre a onda de assassinatos em Belém, que vitimou 33 pessoas desde segunda-feira (09), diz matéria de hoje do jornal "Folha de São Paulo". 

A demora não se verificou, por exemplo, no ataque terrorista a uma boate em Orlando, em 2016, e na morte do ex-presidente português Mário Soares, em 2017. Ele lamentou no mesmo dia os episódios.

Na segunda-feira (9), 12 pessoas foram assassinadas em um intervalo de cinco horas entre a tarde e o início da noite em Belém e região metropolitana.
No dia seguinte, 21 pessoas morreram durante uma tentativa de fuga em massa de um presídio superlotado do Pará. Do total, 15 presos, 5 criminosos e um agente penitenciário.

Na noite de terça-feira (10), diz a "Folha", o Palácio do Planalto informou que o Ministério de Segurança Pública é quem estava acompanhando o caso. Procurado pela reportagem, o ministro Raul Jungmann não quis comentar o ocorrido.

Nesta quarta-feira (11), o ministro se reuniu com o presidente, no Palácio do Planalto, para discutir a onda de violência em Belém, mas não houve pronunciamento.

Não é a primeira vez que Temer demora para lamentar um massacre em presídio no país. Sob pressão da opinião pública, ele levou três dias para se pronunciar sobre a morte de 56 pessoas, no início do ano passado, em uma penitenciária no Amazonas. 

Na época, ele chamou as mortes de um "acidente pavoroso" e se solidarizou com as famílias dos presos assassinados.  A utilização da palavra "acidente" para a chacina foi criticada.

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