segunda-feira, 2 de abril de 2018

CASO AGROPALMA: PARA NÃO DIZER QUE ESQUECEMOS DAS FRAUDES


O Ver-o-Fato tem os documentos referentes a esta informação - e irá divulgá-los, nos próximos dias - publicada na edição de ontem de "O Liberal", na coluna Reporter 70. Claro que o jornal não possui os documentos, pois se os tivesse teria uma boa e inusitada estória para contar envolvendo a grilagem de terras públicas e privadas pela empresa Agropalma.

Segundo a nota, a diretora jurídica do Iterpa, Cristina Magrin, produziu dois pareceres contraditórios: o primeiro atestando fraudes na empresa Agropalma e afirmando que esta não poderia legalizar terras.

Já o segundo parecer, juntamente com o presidente do Iterpa (Daniel Lopes, cujo nome o R-70 não cita), abrindo  processo de compras para a empresa, onde as supostas fraudes sequer aparecem.

Pergunta a coluna de "O Liberal": qual dos dois (pareceres) está correto? E devolve a bola. "Com a palavra, a diretora (Magrin). 

Como o caso já foi objeto de operação da Polícia Federal no mês passado, inclusive com prisão de um diretor da Agropalma, resta à diretora prestar os esclarecimentos, se puder, à PF.

Aliás, novas trapalhadas nesse caso são descobertas a cada dia. Coisas de corar frade capuchinho.

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