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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

JADER X JATENE, EM 2018: "SE O PARÁ PAROU, ENTÃO TÁ PARADO", DIZ O CABOCLO

Juntos ou separados, amantes do poder
Senhoras e senhores, vejam o que é a vida. Ou melhor, a política no Para. Terra  onde tudo muda para continuar onde sempre esteve: no mesmo lugar. Inclusive o povo, esse eterno espectador de disputas paroquiais mantido em quase estado vegetativo.

Desde 1983, Jader Barbalho e Simão Jatene, que já foram unha e carne - num tempo em que ambos dividiam a mesma gamela do poder -, despontam no picadeiro local, sempre dando as cartas aos que não sabem jogar.

Pois a eleição de outubro de 2018 - desta vez com ambos em atuação frenética de bastidores e tilintar barulhento de parrudas máquinas de fazer votos - será a nova (?) guerra desses dois velhos caciques, não pelo tabaco do cachimbo da paz, mas para provar quem manda no pedaço.

Enquanto Jader tentará emplacar novamente o filhote ministro Helder no Palácio dos Despachos, turbinado pelo combustível federal, Jatene molda o figurino do deputado Márcio Miranda para tentar transformá-lo em seu sucessor.

Certa vez, um caboclo de Viseu definiu ao seu modo o nome Pará: "olha, Pará é aquele que parou. Então, se parou é porque tá parado mesmo, não é?".

Pois é. Melhor definição, impossível. 

4 comentários:

  1. Palavras verdadeiras e sábias, caro bloqueiro, a disputa que eles inventam para distrair o povo burro que ainda não aprendeu a votar.

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  2. Falta o candidato da terceira via. O Pará não tem ? O eleitor paraense não terá ?

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  3. será que vai dar, ou perpetua esses vermes? vamos ver .

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