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Linha de Tiro - 19/04/2018

domingo, 28 de janeiro de 2018

HOJE TEM RE X PA, MAS A FOME E O LANCHE PODRE FICAM PARA A PM?

Esta cena degradante (foto Diário do Pará) vai se repetir hoje?

Um sargento e um cabo da Polícia Militar, sempre escalados para clássicos no estádio Mangueirão, advertem sobre um fato corriqueiro em dias de partidas entre Remo e Paysandu: a fome e a humilhação de recebrem lanches podres e de sentarem no chão do estacionamento do estádio para comê-los, num completo desrespeito à dignidade humana de quem está naquela praça de esportes para dar segurança a 35, 40 mil pessoas.


O Ver-o-Fato, para proteger o sargento de represálias, omite seu nome, assim como do cabo, ambos autores do texto a seguir. Primeiro, o sargento: "hoje tem RE X PA . Mais uma vez lá vai o Policial, chegar às 12:00 horas e receber aquele lanche que não alimenta ninguém é que às vezes vem podre. 

Só no ano passado, isso ocorreu por três vezes. Lembrando que meio dia é hora de almoço. Não de lanche. Sem contar o eterno problema da falta de estacionamento e o fato de que esse é um evento que gera LUCRO à entes particulares e logo à luz do direito administrativo é ilegal o emprego de agentes públicos. 

Em 6 estados da federação já existe alguma forma de convênio com os órgãos de segurança. Em Minas Gerais, através de um deputado estadual, o praça ( cabo PM Júlio) foi aprovado um projeto de lei que proíbe agentes públicos de tirarem serviços para entes particulares naquele Estado. 

Infelizmente, aqui no Pará estamos longe dessa realidade e, portanto se nós não temos coragem de expressar o que pensamos mesmo dentro da legalidade, mesmos amparados por lei, pelo menos vamos cobrar mais consideração a quando do fornecimento da estrutura para trabalharmos e esperar que logo ocorra uma mudança no atual quadro. Mas, que fique o registro do nosso descontentamento com o que ocorre."

Superfaturado e podre?

Agora, o cabo PM: "já comi lanche estragado, em pé ou sentado no estacionamento do Mangueirão, passei mal e fiquei doente, reclamei, mas não tomaram qualquer providência. Soube que a Federação Paraense de Futebol (FPF) paga esse lanche podre para nós, militares, mas que o valor é superfaturado, sai o preço de um almoço. Se isso é verdadeiro, peço que os jornalistas investiguem e denunciem essa corrupção". 

Com a palavra, a FPF.

Um comentário:

  1. Mandem prender o governador e a sua secretaria de esporte, pau mandado do deputado vergonha do Pará, Wlad.E assim comerão coisa muito melhores senhores policiais.

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