quarta-feira, 1 de novembro de 2017

COMUNICAÇÃO COMO VILÃ

Francisco Sidou - jornalista


Em recentes declarações à imprensa, a ex-presidente Dilma Roussef e a ex-governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, atribuíram a "ruídos" na Comunicação os principais problemas e erros de seus governos. Não dá para entender como não conseguiram reunir os melhores comunicadores para melhorar o nível de entendimento pela população das excelências de suas gestões.
 

As verbas de propaganda oficial , em todos os governos , são generosas e via de regra acabam concentradas nas mãos de alguns felizardos publicitários amigos do "Rei" ou da "Rainha". O guru das comunicações, na década de 80, Marshall Mc Luan, já ensinava que " O meio é a mensagem". 

Com tantos meios da moderna comunicação e com verbas tão generosas - inclusive utilizadas para o culto a personalidades, vedado por lei, mas praticado a granel - por que os governos não escolhem melhor então seus profissionais da área ? 

Dilma pagava a preço de ouro o casal de marqueteiros Monica e João Santana, considerado este como um verdadeiro "mago" das comunicações, hoje condenado pela Lava Jato , mas desfrutando de uma confortável prisão domiciliar em sua mansão de praia. 

Diz-se até que sua tornozeleira eletrônica é de grife famosa. Ana Júlia tinha como secretário de Comunicação um PhD na área e grande equipe de "comunicadores". Logo, nem sempre a comunicação pode levar toda a culpa como se fora a "Geni" ...

2 comentários:

  1. O Liberal e o Diario do Pará são jornalecos que utilizam jornalistas de condutas duvidosas para achacar e depois, chantagear as autoridades constituidas pela vontade do povo. Ana Júlia no Pará e Dilma à frente da Nação foram vítimas dessa gente inescrupulosa. O resultado tá ai para o paraense vê. Assim como o resto do Brasil.

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  2. O anônimo incorre no velho erro de generalizar seu conceito sobre os jornalistas. Tanto O Liberal como o Diário do Pará possuem jornalistas de valor e integridade, que procuram fazer seu trabalho de informar os leitores. Por quê o anônimo não dá nomes ao bois e mostra provas do que diz em vez de cair na areia movediça da generalização?

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