quinta-feira, 19 de outubro de 2017

MORREU MANUEL JOÃO, UMA DAS TESTEMUNHAS DO "CHUPA-CHUPA", EM COLARES

Ilustração feita pelos militares da Aeronáutica sobre o avistamento de Manuel João


O pescador Manuel João de Oliveira Filho, de 88 anos, faleceu nesta madrugada, em Belém em decorrência de problemas cardíacos. Ele residia em Colares e foi investigado pelos militares da Aeronáutica durante a "Operação Prato", que em 1977 deslocou-se para o nordeste paraense com a finalidade de apurar aparições de objetos não-identficados, naquilo que ficou conhecido em todo o mundo como fenômeno "Chupa-Chupa".



Luzes estranhas desciam dos céus e em dezenas de casos por mim investigados emitiam raios sobre pescadores e agricultores, sugando-lhes o sangue e deixando marcas como se fossem queimaduras pelo corpo.

Manuel João, um de meus entrevistados em série de matérias que escrevi para o jornal "O Estado do Pará" em 1977, contou em depoimento aos militares da Aeronáutica que na noite de 23 de novembro dirigia-se à praia, de madrugada, com outros companheiros para um dia de pescaria. Antes de alcançarem as suas embarcações, observaram sobre a praia do Rio Novo, um objeto em formato de guarda-chuva (cerca de três metros de diâmetro), imóvel a 4 metros acima do solo.

"De sua parte inferior saía uma intensa luz branca. De onde se encontravam - cerca de 50 metros de distância -, não ouviram nenhum ruído e silenciosamente o objeto deslocou-se em direção ao Machadinho, apagando subitamente sua luz", relatou Manuel João.

Ele testemunhou outras aparições, viu amigos de pescaria serem atacados, luzes fortes projetadas sobre embarcações, além de perseguições pela mata. O pescador foi um dos 1.500 habitantes da cidade de Colares e de outras localidades da ilha, a narrar fatos aterradores que até hoje despertam o interesse de ufólogos, cientistas e pessoas comuns.

Descanse em paz, Manuel João.

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