VER-O-FATO: JATENE VOLTA DE MÃOS ABANANDO DA CHINA, DIZ "VEJA"

terça-feira, 26 de setembro de 2017

JATENE VOLTA DE MÃOS ABANANDO DA CHINA, DIZ "VEJA"


Deu agora na Coluna Radar, no site da revista Veja: "O governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), foi à China buscar investidores que banquem a construção de uma ferrovia no estado, mas voltou de mãos vazias.
Estimado em R$ 14 bilhões, o projeto cortaria o estado de norte a sul e foi apresentado para a China Communications Constructions Company (CCCC).
Os chineses, entretanto, consideraram a proposta de Jatene muito incipiente. A CCCC já manifestou interesse em três projetos semelhantes: ferrovia Norte-Sul, Transnordestina e Ferrogrão".
Nota do Ver-oFato: e aí, governador, o que dizer, agora? Qual a próxima viagem na maionese?




Enquanto isso, Helder Barbalho continua em sua sanha promesseira de campanha eleitoral antecipada, anunciando ponte sobre o Rio Araguaia e outras coisas mirabolantes para iludir incautos.


Um comentário:

  1. Mais um escândalo no governo Jatene: O Secretário de Estado de Transportes - Setran, Kleber Menezes, usando de tráfego de influência através da Secretaria Estado de Meio Ambiente - SEMA e Superintendência do Patrimônio da União no Estado do Pará - SPU, por incrível que possa parecer, diante da situação atual, onde a questão ambiental é um grande apelo para um mundo melhor, está conseguindo legalizar sem as licenças ambientais exigidas por lei, nos municípios de Itaituba - Miritituba, Barcarena, Abaetetuba e Rurópolis, imensas áreas de preservação ambiental, superiores a 50 mil hectares todas com matas ciliares com o único propósito a exploração portuária. Se não bastasse, para valorizar ainda mais essas áreas, usando o cargo de Secretário de Transportes e em benefício próprio, melhora o acesso através de serviços de pavimentação pagos com dinheiro público, como foi o caso de Miritituba em Itaituba. Essa pratica do Menezes é bem antiga e iniciou no município de Barcarena, com a compra de grandes áreas a preços irrisórios, principalmente por não existir documentação e após "legalização" vendeu para grupos estrangeiros através de suas empresas BRIK e KF de Menezes, a preços milionários, ou seja, exploração portuária ilegal e imoral. Importante frisar que quando essas empresas, tal como a Hydro em Barcarena, chegam no estado do Pará deixam um legado de degradação ambiental e social, sob as benção$ das autoridades paraenses.

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