terça-feira, 12 de setembro de 2017

CABO DA PM É TORTURADO E MORTO NA FRENTE DA FAMÍLIA, EM PARAUAPEBAS


Defender a população e enfrentar bandidos cada vez mais bem armados, eis a encruzilhada em que vivem milhares de homens da Polícia Militar do Pará que, todos os dias, arriscam suas vidas nas ruas, combatendo criminosos de todos os tipos, alguns deles extremamente cruéis. 

Leiam o que quatro desses bandidos fizeram com um PM, na noite de ontem, no município de Parauapebas: o cabo da Polícia Militar identificado como Raimundo Nonato Oliveira de Souza, foi torturado e morto na frente da família no bairro Cidade Jardim, município de Parauapebas, sudeste do estado. 

Por volta das 23h de segunda-feira quatro assaltantes invadiram a casa do cabo que se preparava para dormir. A vítima passou a ser torturada e foi alvejada com tiros depois que os assaltantes descobriram que se tratava de um PM. Na manhã desta terça-feira dois suspeitos foram presos.


De acordo com informações da Polícia Civil os assaltantes após descobrirem que Raimundo se tratava de um PM, pois a farda da vítima estava estendida na sala da casa, passaram a pedir a arma do policial que a entregou aos bandidos. Depois, com uma faca, três deles passaram a cortar as pernas do policial e depois alvejá-lo com quatro tiros.


O cabo ainda conseguiu pular uma janela da casa e sair para a rua para pedir ajuda. Foi quando os bandidos fugiram em um carro levando a arma e eletrodomésticos da casa. Um dos bandidos ainda tentou estuprar a filha do PM, mas não conseguiu e fugiu.


O cabo ainda foi levado com vida para o Hospital Geral de Parauapebas, mas não resistiu e morreu assim que deu entrada na unidade de saúde. Raimundo Nonato Oliveira de Souza integrava o efetivo da corporação há 23 anos. O militar tinha em seu currículo, reconhecimento elogioso do comando do 23° Batalhão e da população do município.


Na manhã desta terça-feira (12), foram detidos dois suspeitos de envolvimento no caso. Os homens foram encaminhados à delegacia de Parauapebas.(Do Ver-o-Fato, com informações do G1 Pará)

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