sexta-feira, 2 de junho de 2017

CORREGEDORIA DA PM OUVIU MILITARES DA OPERAÇÃO EM PAU D'ARCO

Policiais militares envolvidos na operação que resultou na morte de 10 pessoas na fazenda Santa Lúcia, em Pau D'Arco, foram ouvidos ontem pela Corregedoria da Polícia Militar. Eles apresentaram suas versões do episódio, mas os depoimentos não foram divulgados.

A missão realizada na manhã do dia 24 de maio contou com policiais militares de três batalhões vinculados ao Comando de Policiamento Regional V: um tenente-coronel, dois 2º sargentos, dois 3º sargentos, três cabos e quatro soldados do 7º BPM (Redenção); um 3º sargento, dois cabos e um soldado do 22º BPM (Conceição do Araguaia); um 2º sargento e três soldados do 17º BPM (Xinguara).

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A Segup informou que nos depoimentos prestados até o momento, os policiais disseram que agiram em legítima defesa, pois foram recebidos a tiros pelos agricultores. Testemunhas ouvidas nesses mesmos inquéritos afirmam que os policiais chegaram atirando. “Só o resultado das perícias vai nos dar a certeza incontestável do que aconteceu naquela fazenda”, afirma o coronel Marco Antônio Cidom, comandante da Polícia Militar na região do Araguaia.


Ainda segundo a Segup, o exame de balística vai indicar de que armas saíram as balas retiradas dos corpos das vítimas, observando-se as ranhuras dos projéteis. Já o exame cadavérico vai definir de que distância foram dados os tiros e o laudo de recentibilidade vai revelar se houve disparo recente das armas encontradas em poder do grupo de invasores.
 

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