sexta-feira, 12 de maio de 2017

JUIZ MANDA PRENDER SARGENTO ACUSADO DE TRÁFICO DE DROGAS COM A MULHER

Um sargento da Polícia Militar lotado em Rio Maria, no sul do estado, e a mulher dele, atuavam no tráfico de drogas, mas foram presos por ordem do juiz Rômulo de Souto Leite. A mulher, Elissandra Rodrigues da Silva, está presa da delegacia local e o sargento, Amauri Silva Vieira, também na cadeia, responderá pelo crime perante a Justiça Militar, que já foi acionada para confirmar o flagrante da prisão.

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Segundo a delegada Fernanda Maués de Sousa, da polícia daquele município, a prisão preventiva de Elissandra se faz necessária para garantir a ordem pública, a conveniência da instrução criminal e a aplicação da lei penal, pois tanto a liberdade dela quanto a do marido, Amauri, representam "grave perigo para comunidade de Rio Maria".

No dia 10, quarta-feira, a operação montada para cumprir a ordem judicial de busca, apreensão de drogas e prisão do casal, dirigiu-se até a residência da dupla. Ao chegar, porém, o sargento tentou ganhar tempo, segurando os policiais, pois Elissandra foi vista correndo pelos fundos da casa. Perseguida, foi flagrada quando tentava despachar os entorpecentes na privada. 


Ela ainda conseguiu se livrar de parte das drogas, puxando a descarga, mas os policiais chegaram a tempo de impedir que a caixa da descarga enchesse a tempo de fazer descer os envelopes de cocaína pelo ralo. A mulher tentou fugir, mas foi presa e algemada. 


Durante a revista do local, no quarto do sargento Amauri foram encontrados 34 papelotes de cocaína e mais 200 gramas do entorpecente, além de duas pistolas, 71 munições calibre .40, mais 6 carregadores de pistola .40, duas balanças de precisão, seis celulares, um coldre, dois porta-carregadores duplos, uma algema, um colete balístico, um punhal, outras munições de diversos calibres, além de R$ 430.

Elissandra e o sargento negaram que tivessem drogas na casa, que sejam dependentes químicos ou que atuem no tráfico, mas testemunhas disseram o contrário. As provas coletadas pelos policiais também falam por si. 

Amauri, que tem mais de 20 anos na PM, e alega estar de licença para tratamento de saúde, corre o risco de ser expulso da corporação. Ele já está na penitenciária de Santa Isabel.

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