VER-O-FATO: ENGENHEIROS ACUSAM BASA DE RETALIAÇÃO E ENTRAM EM GREVE; BANCO ALEGA QUE FAZ "AJUSTES"

sexta-feira, 5 de maio de 2017

ENGENHEIROS ACUSAM BASA DE RETALIAÇÃO E ENTRAM EM GREVE; BANCO ALEGA QUE FAZ "AJUSTES"

Os engenheiros alegam estar sofrendo muitos prejuízos com o "pacote" do banco

Os engenheiros que trabalham no Banco da Amazônia (Basa) perderam a paciência e decidiram entrar em greve por tempo indeterminado contra a instituição financeira. Eles estão parados desde o último dia 28 de abril, alegando ser vítimas de "retaliação da diretoria do banco", que em razão de "vitoriosa ação judicial que obrigou o Basa a efetuar o pagamento do piso salarial dos engenheiros no estado do Pará", decidiu partir para o corte de benefícios e de isolamento dos trabalhadores.

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Segundo os grevistas, o Basa se recusa a estabelecer qualquer tipo de diálogo e utiliza-se de medidas antipáticas cujos resultados traduzem-se em grandes prejuízos para os engenheiros e suas famílias. Dentre as "medidas de retaliação", eles destacam o corte dos auxílios alimentação, cesta alimentação, creche, adiantamento de férias e abono assiduidade. 

Para eles, esse pacote de maldades, a que denominam "medidas anti-engenheiro", adotadas pelo banco, não poderiam ter outra resposta que não seja grave, que a própria justiça trabalhista entende como legal. Ao Ver-o-Fato, os grevistas afirmam que desde o reconhecimento de seus direitos pela Justiça, o Banco da Amazônia "nunca obedeceu ao calendário de discussão que havia firmado com o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Pará (Senge–Pa)". 

E enfatizam: "já são 18 meses sem tíquete alimentação, não há Acordo Coletivo de Trabalho- (ACT), os engenheiros perderam o direito à integralização de auxílio doença, estão proibidos de assumir funções comissionadas de gestão, tiveram sua comissão de analista retirada, e mesmo assim, a diretoria do banco quer que todos façam análise". 

Os profissionais querem o imediato retorno das funções comissionadas de analistas, dos benefícios sociais e a assinatura do ACT com o Sindicato dos Engenheiros, além de justiça e  tratamento digno e respeitoso que lhes é devido. Por fim, propẽm a "abertura imediata" da mesa de negociação.

O que diz o Basa

O Ver-o-Fato procurou a direção do banco para ouvir sua versão dos fatos e saber qual a posição diante da greve. Por meio de sua assessoria de imprensa, o Basa respondeu aos seguintes questionamentos do blogue:
Ver-o-Fato - Eles, Aeba e Sindicato dos Engenheiros, acusam a direção de retaliar a categoria depois de ela ter obtido vitória judicial que obrigou o Basa a pagar o piso salarial. O que o banco tem a dizer?

Basa - O Banco da Amazônia não adotou qualquer tipo de retaliação, apenas realizou ajustes em sua estrutura, também em cumprimento à decisão judicial em Ação Civil Pública que além do piso reconheceu os engenheiros como categoria diferenciada, portanto não bancários. Assim, as mudanças implementadas se revelaram necessárias para que os engenheiros pudessem desenvolver suas atividades técnicas da melhor forma possível, cumprindo a legislação e obedecendo a decisão judicial, aliando esses ajustes às necessidades do Banco no que se refere aos serviços de engenharia. Desse modo, todos os engenheiros passaram a atuar em área específica onde as suas atividades técnicas são necessárias.

Ver-o-Fato - Essa alegada retaliação incluiria: corte dos benefícios sociais como o auxílio alimentação, auxílio cesta alimentação, auxílio creche, adiantamento de férias, abono assiduidade, entre outros, que completam o “pacote” de medidas anti-engenheiro, adotadas pela instituição financeira. É isso mesmo? Qual o motivo desses cortes?

Basa - A decisão judicial que concedeu o piso salarial, determinou expressamente a compensação de todas as parcelas oriundas da categoria dos bancários, sendo assim, os citados benefícios que foram obtidos com base em negociação com a categoria bancária, da qual os engenheiros deixaram de pertencer por determinação judicial, deixaram de ser devidos aos engenheiros.

Ver-o-Fato - O Basa nunca obedeceu o calendário de discussão que havia firmado com o Sindicato dos Engenheiros, como eles acusam, reclamando que estão há 18 meses sem tíquete alimentação, sem acordo coletivo de trabalho, perda da integralização do auxílio doença, proibição de assumir funções comissionadas, comissão de analista retirada, embora o banco exija que os engenheiros façam análise. Eles cobram o retorno do que perderam ou lhes foi retirado pelo banco. O que o Basa diz sobre essas reivindicações? Vai manter os cortes ou não tem o que negociar? 
Basa - A decisão judicial na Ação Civil Pública estabeleceu expressamente as parcelas que fazem parte do contrato de trabalho dos engenheiros, restando a controvérsia sobre o reajuste do piso salarial, tema levado pelo Banco da Amazônia à apreciação do Supremo Tribunal Federal, o que ainda pende de decisão. Em 2016, o Sindicato dos Engenheiros do Estado do Pará ajuizou Dissídio Coletivo que foi extinto pelo Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, estando judicializada a questão por iniciativa do próprio ente Sindical. Quanto às comissões, os engenheiros continuam ocupando funções comissionadas inerentes às áreas de engenharia do Banco, não sendo possível somente, o desempenho das funções comissionadas típicas de bancários. O Banco da Amazônia sempre prioriza o diálogo, respeitando e reconhecendo a importância e a representatividade das entidades de classe e a despeito do quadro que envolve os engenheiros, reconhece a importância, o empenho e a dedicação de todos os seus colaboradores, independentemente da formação, do cargo ou da função que exercem na Instituição.

35 comentários:

  1. Foi parte da resposta do banco ao blog ver o fato
    Eu era analista sênior
    O banco tirou
    Agora diz que continuo ocupando função comissionada inerente às áreas de engenharia
    Como não tenho mais comissão deve ser comissão fantasma

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  2. Impasse simples de resolver: os engenheiros voltam ao trabalho caso queiram mesmo retomar a mesa de negociações, ou correr atrás de novo emprego, o BASA não pode negociar com a faca no pescoço.

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  3. Só pode ser um cretino o anônimo que defende o BASA e quer obrigar os engenheiros a voltar ao trabalho. Faca no pescoço estão os trabalhadores, seu calhorda puxa-saco da diretoria.

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  4. Se não for um diretor que escreveu isso

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  5. dia 25 agora, deste mês, será lançado e divulgado o pacote de maldades, ou seja, o novo PCS, que deverá ser implementado ainda neste semestre. Dentre as maldades esta o descomissionamento de todos os analistas, Tbs ou Tcs , menos quem for de coordenador para cima. De coordenador para baixo, já era! Outra coisa, a função de coordenador será rebatizada com o nome de Gerente Assessor, ou coisa parecida e vai receber CAF. E a função de Gerente Executivo, será rebatizada de Superintendente, agora não sei o restante do nome da nova função de gerente executivo. O banco vai aproveitar o momento em que a reforma trabalhista tira a incorporação de função de quem tem mais de dez anos, a súmula do TST deixa de existir!

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  6. Faca no pescoço estão os engenheiros, sem nenhum direito, sem ticket, sem auxílio creche, sem direito a função comissionada, com o cumprimento da sentença de forma errada, ou seja, sem reflexo nas promoções, fora o fato que os gestores de merda decidiram descumprir as normas do Conselho profissional e exigem isso de boca, sem escrever, por assédio, levando vários engenheiros a adoecerem por por isso. Fingem querer negociar e enrolam, não aceitam dissídio, etc.

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  7. Na verdade o que está por trás de todas essas ações contra o quadro de engenharia do Banco da Amazônia é bem mais grave: é retirar do caminho do fluxo de crédito os atores responsáveis pelas análises técnicas isentas dos projetos internalizados no Banco abrindo caminho para a possibilidade da ocorrência de fraudes e caixa 2 para atender as necessidades dos grupos políticos que são responsáveis pela nomeação da atual diretoria.
    O banco fragilizou as suas normas de procedimentos para que os serviços de análise e acompanhamento de crédito sejam realizados por funcionários leigos sem a devida formação profissional necessária para resguardar a instituição Banco da Amazônia e a correta aplicação dos recursos públicos administrados por ela que sao utilizados nos financiamentos que estão sendo contratados sem observar o devido critério da boa técnica e responsabilidade.
    É preciso destacar que o Banco cobra tarifas especiais como análise de crédito e avaliação de garantias por serem considerados como serviços especializados realizados por profissionais especializados na área de engenharia. A cobrança de apenas uma tarifa de análise de crédito garante receita ao Banco para pagar mais de um ano de salário de um engenheiro, no entanto, a atual diretoria prega o discurso de que nos somos muito caros e querermos quebrar o Banco. Isso é uma leviandade.
    A diretoria quer se livrar dos engenheiros, mas não das tarifas que continuam sendo cobradas dos tomadores de crédito, mesmo que hoje parte desses serviços especializados estejam sendo feitos por funcionários leigos sem a habilitação profissional exigida por Lei para realização desses serviços.
    Tudo isso com amparo no atual normativo do Banco.
    Nunca é demais alertar que o Banco da Amazônia opera principalmente com recursos públicos do Fundo Constitucional do Norte-FNO e também do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia-FDA que somados representam bilhões de reais que com as mudanças em curso no Banco, especialmente com a perseguição e isolamento do seu quadro de engenharia, corre sério risco da ocorrênciao da volta de um cenário nao tao distante em que fraudes desvios em financiamentos com recursos publicos na Amazonia era regra beneficiando poucos e causando enorme prejuízos a maioria da população dessa região tão rica e tão mal cuidada.
    Os engenheiros do Banco tem compromisso com a instituição Banco da Amazônia e a sua missao e não com os interesses políticos e particulares da atual diretoria e seus padrinhos políticos, isso é que incomoda os administradores de plantão.
    A nossa luta é muito mais ampla do que a de uma categoria profissional dentro de um Banco de Desenvolvimento, o resultado dela vai implicar diretamente na qualidade do crédito publico de fomento aplicado na região e consequentemente no próprio desenvolvimento da nossa Amazônia.

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    1. Está aí o parecer de quem realmente sabe o que há de verdadeiro por trás disso tudo...
      Infelizmente, é o nosso País "mostrando a cara", mais uma instituição/órgão publico que, como tantos outros, faz parte de um esquema de corrupção e desvio do dinheiro que deveria ser destinado aos que realmente necessitam. Não faço parte da categoria massacrada, mas conheço e sei como o trabalho desses profissionais é árduo e difícil. Não é justo que sejam desrespeitados dessa forma, afinal são direitos adquiridos por pessoas que tem formação, preparo e conhecimento suficiente para desempenhar suas funções. É isso aí galera, se mantenham firmes que a vitória vem!!!

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  8. Os engenheiros estao de parabéns pela coragem de lutar pelos seus direitos!!
    Todo apoio a luta dos engenheiros do banco da Amazônia!

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  9. Retiraram auxílio-creche até de filho com necessidades especiais, que tinha o direito vitalicio, não por ACT, mas sim, por edital do concurso público.

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  10. Este comentário foi removido pelo autor.

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  11. O que faz o dr. Marivaldo que disse que sua gestão seria aberta e de diálogo. Decepção, esse senhor. Dizem que já está cuidandod e sua campanha pra deputado federal em 2018 pelo Acre. Mais um traidor com promessas vãs.

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  12. Marivaldo mentiroso. No jornal onde aparecé sua candidatura, em um parágrafo após essa notícia, se diz que vai abrir os cofres do FNO! É o mesmo pinóquio que falou que os engenheiros iam incorporar por medida administrativa as funções comissionadas e depois plantou todo o jurídico do banco no TRT mentindo para protelar na justiça.

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  13. Os engenheiros querem só o que é seu. Conquistados ao longo desses anos todos, irmanados com todas as outras categorias do banco.

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  14. Os diretores "da casa" são os verdadeiros capitães do mato.

    Essa questão dos engenheiros já poderia estar resolvida a muito tempo. Mas cada presidente que chega procura empurrar essa batata quente para o próximo presidente. E, assim, o passivo trabalhista dessa ACP dos engenheiros já ultrapassa o 100 milhões de reais. Quando o passivo for executado, o BASA vai dizer que não houve lucro e nem PLR por culpa dos engenheiros malvados que processaram o Banco. Vão deixar os 3 mil empregados a míngua sem PLR por puro revanchismo contra seus próprios empregados. Os engenheiros, na verdade, apenas pediram na justiça o cumprimento do piso salario garantido por uma lei que tem mais 50 anos, que o Banco só cumpriu em 2015 e por determinação da justiça.

    Mas o que esperar de um empresa que trata os empregados como inimigos? os próximos a perderem suas comissões são os técnicos científicos. E aí, vão ser mais processos na justiça e mais perdas pros cofres do banco e da União. O TCU precisa abrir os olhos para essa diretoria do BASA que não se importa com os passivos trabalhistas, preferem pagar multa e indenizações que dar o braço a torcer.

    Felizmente o mundo gira e, futuramente, os que hoje são diretores amanhã serão os esmagados pela próxima leva de capitães do mato.

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  15. Andréa Diretora SEEBAM7 de maio de 2017 16:16

    A Greve tornou se a única alternativa dos Engenheiros do Banco da Amazônia para reconquistar os seus direitos e se defender do assédio. Até a vitória bravos colegas.

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  16. O MAURIVALDO e essa diretoriazinha pensa que esse cargo é vitalício, logo logo vai estar vestindo o kit engenheiro aí vai ver o que é ser perseguido. Vamos lá engenheiros guerreiros.

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  17. Andréa Diretora SEEBAM7 de maio de 2017 16:20

    A greve tornou se a única alternativa dos Engenheiros do Banco da Amazônia de reconquistar seus direitos. Até a vitória bravos colegas.

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  18. E por essa é por outras gestões desastradas que o Banco da Amazônia é o maior executado no TRT8 (por valor financeiro), aproximadamente​, R$ 216.982.275,22.

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  19. Não entendo o tratamento diferente e a perseguição do BASA e seus advogados aos engenheiros, pois esses mesmos advogados, quando entram no banco, recebem o piso, que negam aos engenheiros, sendo que pra isso iniciam com jornada de 4h e comissao de analista, sem contar os valores referentes aos honorários.

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    1. É ainda estão recebendo enormes indenizações do banco na Jt bem maiores que qualquer ação de engenheiros
      É já receber
      Alguns de dois milhões, milhão e meio e etc

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  20. Sem contar o não fornecimento de EPIs e EPCs aos empregados, colaboradores e fiscais, previstos em normas trabalhistas, ficando sujeitos à picadas de cobra e de abelha (a última já houve até caso de óbito), queimaduras solares, quedas de estruturas por falta de cinto de segurança, falta de vacinação, máscaras, luvas,etc.

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  21. ESTOU NESTE TRABALHO POR VOCAÇÃO, ALÉM DE M.SC ENG. AGRÔNOMO, SOU ECONOMISTA, ESTAMOS EM UM PAÍS ONDE O CLIMA É DE MUDANÇAS LIBERAIS NA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA, PORÉM O QUE ESTAMOS PLEITEANDO COM A INSTITUIÇÃO É A LEGALIDADE,JUDICIAL CONTEMPLADA NO DIREITO TRABALHISTA, NESTES 7 ANOS DE BASA, PODERIA CONTINUAR COM A CARREIRA DE PROF. UNIVERSITÁRIO, PORÉM OPTEI POR FAZER MINHA PARTE PARA O DESENVOLVIMENTO DA CIDADE QUE ME ADOTOU, EXERCENDO DE MANEIRA INSALUBRE MINHA PROFISSÃO, MESMO COM INVERNOS FORTES, ESTRADAS SEM CONDIÇÕES, CHUVAS TORRENCIAIS, NUNCA ME NEGUEI A REALIZAR AS VISTORIAS E FISCALIZAÇÕES NECESSÁRIA AS DEMANDAS DE PRONAF , PRINCIPALMENTE, ATUALMENTE COM 55 ANOS, SINTO A INGRATIDÃO DA INSTITUIÇÃO ,EXPLICITADA, POR ESTAS ATITUDES, E COMENTÁRIOS DE FUNCIONÁRIOS QUE VIVEM DA BOA VONTADE DE SEUS SUPERIORES NAS AVALIAÇÕES, E PROVAS DE ENTREVISTAS, COM CARTAS MARCADAS, ENTREI EM GREVE SEXTA FEIRA, E NÃO VOLTO ATÉ O BANCO RECONHECER NOSSOS DIREITOS E DEMANDAS, CASO NÃO SAIBAM TODAS DECISÕES QUE LEVARAM NOSSA ASSINATURA NOS ULTIMOS ANOS- DESDE 2012, QUANDO GANHAMOS A CAUSA, DEVERIAM SER ANULADAS, POIS NÃO TEMOS ART, ESTAMOS TRABALHANDO NA ILEGALIDADE, E ATUALMENTE SEM O REAJUSTE SALARIAL, O CREA NÃO ACEITA O REGISTRO DAS ART, DESTA FORMA DEVERIAMOS EXIGIR A ANULAÇÃO DE TODOS CONTRATOS QUE FOMOS ANALISTAS; FIZEMOS VISTORIAS E FISCALIZAÇÕES, DESDE , 2012, POIS NUNCA ASSINEI NENHUMA ART., E O BANCO DEVERIA SER MULTADO DESDE 2012.

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  22. É lamentável!
    O Presidente Marivaldo, é Engenheiro e vem sacanear com sua própria categoria ��

    "O que não se faz pela arte rendosa?"

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  23. Creio que o Marivaldo não tem interesse nenhum em resolver a situação. Isso lhe faria perder tempo. Ele veio ao banco apenas para divulgar sua imagem e se lançar político. Puxa seria tão bom se o povo do Acre soubesse dessa atitude desse homem, um homem que despreza seus colegas de trabalho e de profissão. Que podemos esperar dele?

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  24. Não esqueçam essa trupe mambembe: Maurivaldo, Francimal, Dose e Pipo com copaíba.
    Eles serão os próximos a entrarem na justiça contra o banco.
    Já conhecemos vários exemplos.
    Estamos do lado da lei contra uma instituição que deveria defende-lá. Não queremos reformar a lei ou algo acima dela, só queremos que o banco cumpra a legislação trabalhista e as normas profissionais.

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  25. Os colegas advogados do banco que se plantam dentro dos tribunais trabalhistas para defender a instituição é porque já tem seus direitos assegurados. Deveriam se envergonhar de estarem empenhados pra defender o Banco contra uma categoria de colegas de trabalho, Devem estar em busca de mais honorários. E nós? se eles recebem pelos processos que defendem e logram sucesso, porque nós não recebemos honorários pelos Laudos que executamos. Afinal, fomos admitidos pelas mesmas regras. Qual a diferença? CREA não é OAB.somos Nunca recebemos nada pelos Laudos que elaboramos. Qual a diferença entre os advogados do Banco e dos Engenheiros do Banco?

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  26. Não entendo como essa diretoria do Banco prefere assumir o ônus de causar prejuízos a instituição só para perseguir a categoria dos engenheiros.
    Será que vale a pena deixar de arrecadar receitas com as tarifas e taxas oriundas dos serviços especializados realizados por essa categoria só para penaliza-Los por terem ido a justiça para que o Banco cumprisse a Lei do salário mínimo dos engenheiros?
    Vale a pena assistir a disparada do aumento da inadimplência e da PCLD pelo desmonte da área de acompanhamento de crédito feito com o objetivo de atingir os engenheiros responsáveis por esse acompanhamento e gestão proativa do crédito?
    Vale a pena aumentar as despesas com o jurídico do Banco, inclusive com contratação de escritórios terceirizados, para se defender das inumeras ações judiciais trabalhistas decorrentes dessa reestruturação claramente retaliatoria?
    Valerá a pena atuar no crédito de fomento de forma ilegal cerceando a área de atuação profissional dos engenheiros e repassando os seus serviços especializados para empregados leigos não habilitados legalmente para faze-Los?
    Qualquer cidadão brasileiro com bom senso já sabe a resposta a esses questionamentos e acredito que a diretoria do Banco também.
    A questão e saber por que insistem na implantação desse modelo?
    parece que o ódio tem falado mais alto que a boa técnica administrativa para os atuais gestores dessa instituição.
    Parece também que se esqueceram que os recursos de fomento administrados pelo Banco da Amazônia são na maioria públicos, portanto, sujeito a fiscalização pelos órgãos competentes e pela sociedade.
    Não podem ser utilizados como essa diretoria bem entender sem observar a legalidade na sua disponibilização e acompanhamento.

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  27. ADVOGADOS x Engenheiros
    A diferença é o tratamento dado pelo Banco para as duas categorias integrantes do cargo de técnico científico.
    O banco cumpre as leis que regulamentam a profissão de advogado para não ter problemas com a justiça que é bem corporativa na defesa dessa profissão e ignoram a regulamentação das demais profissões.
    Não podemos culpar os advogados por receberem os benefícios previstos em lei, mas pressionar o Banco para que dê o mesmo tratamento a todas as demais categorias, respeitando a lei.

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  28. O que o Banco quer é massacrar seus funcionários e os engenheiros são o primeiro alvo. A decisão transitada em julgado da ACP aconteceu em 2012 e por força da justiça o Banco a implementou do seu modo em 2015, ou seja, hoje recebemos o mesmo do que ganhávamos antes da decisão judicial. Isso é inadmissível! Vamos à luta!

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  29. O Rota FNO é uma grande carreata política e passa uma imagem de incompetência dos funcionários pois promete "destravar" projetos parados simplesmente pela presença do diretor. Queria ver diretor fazer aparecer documento pendente do check list. O empresário entende que o funcionário emperra por incompetência ou pilantragem e que basta o diretor aparecer que tudo anda.

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  30. Todo apoio aos engenheiros do BASA

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  31. A diretoria não perde por esperar. Vem aí a vitoria dos engenheiros!

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  32. O nível de perseguição dos engenheiros envolve a retirada de todos os benefícios conquistados a décadas da criação desta carreirá. Retiraram auxílio alimentação, auxílio creche, Retiraram as funções comissionadas, inclusive proibindo o acesso a elas pelos engenheiros, fizeram o crime de retirar o seguro de vida, mesmo com o histórico de risco de vida em viagens a serviço, tendo histórico de mortes de engenheiros nessas empreitada. Tudo casando vingança por ter ganho um direito que existe a 51 anos! Somado a isso, o medo de uma categoria com autonomia financeira para não ser refém de chefes nas liberações dos créditos de fomento.
    Essa é a história recente do Banco da Amazônia. Tristeza, perseguição e covardia.

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  33. Sou pela justiça, e, assim, torço para que os engenheiros do BASA a tenham. Nada pode ficar impune!!
    Quando li esta matéria fiquei indignada. Tenho um filho na universidade e não gostaria de vê-lo sofrer pela retirada de direitos conquistados. Estou com vocês engenheiros. Irei divulgar essa matéria para todos os meus contatos, no Brasil e fora.
    E como se não bastasse a irresponsabilidade desses gestores atinge toda a sociedade brasileira, pois os recursos aqui citados (FNO e FDA), nesta matéria, É PÚBLICO, É NOSSO, É DE TODO BRASILEIRO.
    ACORDAA BRASILLL!!!

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