terça-feira, 28 de março de 2017

CELPA NEGA TER DÍVIDA COM INSS, DIZ QUE VENCE CAUSA NO TST E ACUSA ADVOGADO

A Celpa afirma em resposta ao blogue que nada deve ao INSS
 
O Ver-o-Fato tentou obter da Celpa explicações detalhadas sobre as denúncias de evasão fiscal de R$ 609 milhões, feitas  pelo advogado Henrique Sandres Neto, defensor dos 44 trabalhadores alijados do acordo que permitiu o pagamento do Plano Bresser a outros 1.600 empregados da empresa. No máximo, o que o blogue conseguiu de informações foi a nota abaixo. 

A Celpa nega a existência de qualquer dívida previdenciária "cobrada  ou questionada", diz que o TST vem dando ganho de causa a ela ao julgar a ação e os recursos dos trabalhadores, e afirma que a versão apresentada por Sandres "não corresponde com a realidade dos fatos", além de considerar "reprovável" o comportamento do advogado. Veja, na íntegra, a nota da empresa: 

Nota

"Em relação aos seus questionamentos, temos a informar que o referido advogado (dr. Henrique Sandres Neto) vem buscando questionar o acordo judicial celebrado entre a Celpa e os sindicatos dos empregados, o qual foi, na oportunidade, devidamente homologado pela Justiça do Trabalho (com a assistência dos ministros do Tribunal Superior do Trabalho – TST e de diversas outras autoridades).

Entretanto, em sua ação e nos recursos, o referido advogado não questiona a natureza salarial da parcela (até porque a legitimidade para fazê-lo seria do INSS), limitando-se seus questionamentos à inclusão ou não de alguns empregados no acordo.  

Esclarecemos, ainda, que o TST reconheceu a licitude do acordo homologado pela Justiça do Trabalho, dando absoluto ganho de causa à Celpa.

Em síntese:

I- Não existe qualquer dívida, cobrada ou questionada, referente às contribuições previdenciárias (INSS) ou de qualquer outra natureza nesta ação;

II - O TST vem dando ganho de causa à Celpa ao julgar a ação e os recursos dos trabalhadores defendidos pelo referido advogado; 

III - A versão dos fatos trazida pelo aludido advogado não corresponde com a realidade dos fatos e da ação, sendo reprovável seu comportamento (o qual somente poderia ser justificado em razão de seu interesse em tumultuar a causa em razão do insucesso na ação)".

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