quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

PF DESARTICULA QUADRILHA NO PARÁ E AMAPÁ QUE RETIRAVA E VENDIA OURO ILEGALMENTE

Em Itaituba, a PF fechou a empresa Ourominas
Tão velha quanto o mundo, a exploração ilegal e venda de ouro dos garimpos da Amazônia para São Paulo desta vez bateu de frente com a repressão da Polícia Federal, durante a Operação Crisol. A PF também investiga uma das maiores empresas do ramo de distribuição de valores mobiliários do país.

A organização criminosa, que atua nos estados de Mato Grosso, Pará, Amapá e São Paulo, chegou a movimentar cerca de 180 quilos de ouro por semana, o equivalente a R$ 27 milhões. Foram cumpridos 47 mandados judiciais, seis prisões temporárias, 13 conduções coercitivas e 28 mandados de busca, nas cidades de Macapá, Oiapoque, São Paulo e Itaituba.

A Justiça Federal determinou o bloqueio de bens da empresa, na ordem de R$ 100 milhões de reais. Ainda foram autorizados o bloqueio de contas, bens e valores dos investigados, além da suspensão das atividades de empresas, dentre elas a Ourominas.

Durante as investigações, a PF apurou que o ouro era retirado de garimpos ilegais de várias regiões do país e transportado de avião para São Paulo. No decorrer das investigações foi apreendido cerca de 70 quilos de ouro, transportado ilegalmente do Pará para São Paulo.

Um policial federal, que foi aliciado pelo grupo para interferir no andamento das investigações, também foi alvo da operação de hoje. Os investigados, na medida de suas participações, poderão responder pela prática dos crimes de contrabando, lavagem de dinheiro, usurpação de matéria-prima da União e organização criminosa. Fonte: Polícia Federal.

Nenhum comentário:

Postar um comentário