VER-O-FATO: FLEXA QUER HELDER, QUE QUER ZENALDO, QUE AINDA NÃO GOVERNA. E JATENE, O TURISTA?

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

FLEXA QUER HELDER, QUE QUER ZENALDO, QUE AINDA NÃO GOVERNA. E JATENE, O TURISTA?


A postagem é do jornalista Miguel Oliveira, que dirige o Portal OESTADONET, de Santarém, mas o título, modificado do original, aqui é do Ver-o-Fato. Segundo o Portal, um "acordo com bênção do Palácio do Planalto pode alijar o presidente da Assembleia Legislativa, Márcio Miranda, o governador Simão Jatene e o ex-secretário Helenilson Pontes da disputa majoritária em 2018".

É que o presidente da República Michel Temer já sinalizou a interlocutores políticos que, a partir das ampliação da participação do PSDB na equipe ministerial, até com vaga no STF, quer os tucanos aliados a candidatos do PMDB nos estados, a exemplo do Pará.
 

Diz a postagem: OESTADONET apurou junto a uma fonte, em Brasília, que o senador Flexa Ribeiro seria o maior beneficiário desse acordo que teria o nome do tucano para uma das vagas ao Senado, em coligação com Hélder Barbalho, candidato ao governo. A outra vaga ao Senado estaria reservada ao deputado Lúcio Vale(PR).

"Jatene estaria fora dessa articulação, que estaria sendo engendrada pela bancada do PSDB no Senado. Se o acordo vingar, o governador não teria espaço para se candidatar ao Senado", sustenta o portal santareno, acrescentando que outro político prejudicado seria o deputado Márcio Miranda, que está em campanha ao Senado, mirando o governo do estado.

"Márcio é considerado inconfiável por causa de sua dubiedade: tanto a Hélder quanto a Jatene, o presidente da Assembleia promete que estará no mesmo palanque em 2016. Outra possibilidade alinhavada por alguns tucanos e peemedebistas seria Lúcio Vale ser o companheiro de chapa de Hélder, abrindo mais uma vaga na chapa do Senado. Mas essa hipótese não conta com a simpatia de Flexa Ribeiro, que não acredita na eleição de dois nomes na mesma chapa ao Senado", salienta.  

Helenilson Pontes, que hoje lançou, em Santarém, sua pré-candidatura ao governo do estado, é outro nome que não teria espaço nesse acordo se o PSDB se coligar ao PMDB. Seu partido, o PSD, continua no governo do estado, apesar do ex-secretário de Jatene ter deixado o cargo que ocupava, na semana passada.

A fonte consultada pela reportagem alega que Helenilson não rompeu politicamente com Jatene e que o lançamento de seu nome ao governo tem a intenção de barganhar apoio a uma candidatura ao Senado Federal, eleição ao qual tentou, em 2014, sem sucesso.
Zenaldo e Jader: sobrevivência e poder em jogo
Nota do blogue: quem viu hoje a desenvoltura de Helder Barbalho em Mosqueiro ao lado do prefeito cassado e empossado de Belém, Zenaldo Coutinho, não observou no encontro - para liberar verbas de recuperação da orla mosqueirense, que está desabando sob peso da incompetência dos governos tucanos -  apenas um gesto de gentileza entre aliados no plano federal, mas o começo de um namoro capaz de resultar em casamento em 2018.

Alguém perguntará: e Simão Jatene, que ainda desfila pela Europa em périplo turístico, o que pensa disso? Resposta: pelo andar da carruagem e pela sua própria falta de apetite para governar, o governador está se lixando para um eventual acordo entre tucanos e peemedebistas. 

E se alguém perguntar a Zenaldo se ele ainda apóia o supersecretário Adnam Demachki para o governo contra Helder, o prefeito-poeta responderá ao seu estilo: "ah, deixa pra lá". 

Quem ainda não viu boi voar por estas bandas que duvide. 

Um comentário:

  1. A Legião Do Mal. Pura e simplesmente.

    Tinha um certo respeito pelo Zenaldo devido ele ter sido um dos poucos politicos que teve brio de peitar os secessionistas quando os outros politicos estavam fingindo que não era com eles.

    Mas foi um prefeito fraco. Melhor que Duciomar (que fez... o que?), mas nada grande.

    Se o PSDB e o PMDB estão se juntando... quem vai enfrenta-los?
    Eu não quer ser "salvo" pelo PSOL e PT, obrigado! Eu lembro dos quatro anos de PT no governo do estado, se Ana Júlia tivesse se mantido o estado teria ido à falência.

    Quando Hitler e Stalin lutam, não importa quem ganha, todo mundo perde.

    Precisamos de uma oposição "outsider", de direita, jovem, memética, atunada na internet.

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