terça-feira, 31 de janeiro de 2017

CARGA MORTAL DE CIGARROS ENTROU NO PARÁ, MAS DANÇOU: PRF NÃO DEU MOLE E APREENDEU

Os policiais da PRF apreenderam 12 toneladas da droga. O motorista deu o pinote.

Policiais rodoviários federais, sempre atentos ao que ocorre nas estradas do Pará, apreenderam ontem, na rodovia BR-010 (Belém-Brasília), km 16,0, dentro do município de Dom Eliseu, meio milhão de maços de cigarros, ou 12 toneladas da droga. Era tudo contrabando que entrava no Pará com o objetivo de matar mais viciados de câncer e outras doenças graves. 

A muamba estava dentro de uma carreta Scania G 380 A4X2, de placas ATP- 2278, que era conduzida por Donizete Barros de Araújo, de 52 anos. A carga mortal, ainda tolerada no Brasil pelo Ministério da Saúde, porque o governo arrecada impostos de quem paga para ser assassinado aos poucos, era proveniente de região de fronteira.

Segundo a PRF, a carreta era rastreada por meio de uma operação conjunta entre a PRF e a  Receita Federal do Rio de Janeiro. Donizete Araújo, ao perceber  a fiscalização, fugiu, escafedeu-se, tomando rumo ignorado. Mas cometeu um erro: deixou sua carteira de habilitação no interior do veículo. 

Quando os policiais tiraram a lona do semi-reboque de placa EJV-0235 foi confirmada a suspeita de contrabando. Lá estavam 955 caixas de cigarro paraguaio da marca Convair, chegando aos valores aproximados de 477 mil maços de cigarros e 12 toneladas. 

Além dos crimes de contrabando e descaminho, o pessoal da PRF também  constatou indícios de adulteração no documento e no veículo semi-reboque. Donizete, o fujão, foi enquadrado no artigo 334 ( contrabando) do Código Penal - importar ou exportar mercadoria proibida ou iludir, no todo ou em parte, o pagamento de direito ou imposto devido pela entrada, pela saída ou pelo consumo de mercadoria. 

Os veículos foram encaminhados para Polícia Federal, em Marabá. Texto: Ver-o-Fato, com informações da PRF no Pará.

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