domingo, 13 de novembro de 2016

GRUPO DE EXTERMÍNIO MATA JOGADOR DO REMO. IMPUNIDADE FAZ NOVA VÍTIMA EM BELÉM




O carro prata - como o carro preto e o cinza que circulam impunemente por Belém com homens encapuzados dentro e cujos integrantes matam de morte matada quem é para matar - voltou a fazer mais uma vítima. 

Mais um jovem varado a balas por homens de pontaria certeira, que saltam do veículo e cumprem a macabra missão de ceifar mais uma vida. Não se sabe por qual motivo.

Desta feita, a vítima foi morta "por engano", provavelmente confundida por ser parecida com alguém que estava marcado para morrer, mas escapou por obra do caso e certamente agora está sendo caçado pelas ruas com maior ferocidade.

O morto da hora foi  Kayo Nixon Gomes Vilas, de 16 anos, abatido a tiros, no bairro da Pedreira, em Belém. Ele era jogador do sub-17 do Clube do Remo, um jovem que os experts em futebol dizem que tinha um futuro promissor no "Leão", como outros meninos que disputam uma chance no time profissional.

Grupo de extermínio
 
Segundo o que foi publicado em páginas policiais da cidade, o tal carro prata perseguia um suspeito de ter praticado roubo em um hotel. O suspeito fugiu em direção a um grupo de jovens. Kayo Gomes, que estava conversando com amigos, foi atingido por vários disparos feitos por homens encapuzados que estavam no veículo. 

Uma equipe de policiais civis da Divisão de Homicídios, junto com peritos do Centro de Perícia Científica Renato Chaves, esteve no local assim que recebeu a informação do CIOP. As informações preliminares sobre o caso serão utilizadas para a instauração de um inquérito policial que vai apurar o crime. A Polícia ainda vai definir se o caso será investigado pela Divisão de Homicídios ou pela Seccional da Pedreira, no bairro onde aconteceu o assassinato.

Vale lembrar que em novembro de 2014 dez pessoas inocentes foram assassinadas por grupos de extermínio, mas até agora ninguém foi punido. O caso chegou a ser investigado por seis delegados de polícia e não se sabe porque ninguém foi preso. A impunidade prevaleceu e os mesmo grupos estão por aí, soltos a praticar novos crimes. 

Até quando?

No caso de Kayo Gomes, jogador do Remo, o presidente do clube, André Cavalcante, num emocionado relato, conta o sentimento que dele se apossou após comparecer ao velório do atleta. Veja o que ele escreveu em sua página no Facebook:





3 comentários:

  1. Muito triste ver tanta violência.

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  2. lamentam sobre algo que poderiam e deveriam ter evitado caso fossem mais organizados e menos negligentes

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  3. 22 anos de PSDB que acabou com a segurança pública

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