VER-O-FATO: NA VILETA, TINHA UMA PEDRA NO MEIO DO CAMINHO. OU MELHOR, DA TUBULAÇÃO

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

NA VILETA, TINHA UMA PEDRA NO MEIO DO CAMINHO. OU MELHOR, DA TUBULAÇÃO

O mistério foi resolvido pelo pessoal da Cosanpa. A foto é de Rute Regina  
 
"No meio do caminho tinha uma pedra", dizia o nosso grande poeta Carlos Drummond de Andrade. Se ele estivesse vivo e aparecesse na Travessa Vileta, entre João Paulo II e Passagem São Pedro, seu verso seria cantado também em prosa pelos técnicos e trabalhadores da Cosanpa, mas com outro refrão.

Eles passaram os últimos dias na rua, pacientemente cavando aqui, cavando ali, para saber porque a água mal chegava nas torneiras dos moradores. Era um tormento e ninguém sabia a causa. E, pior: sequer havia vazamento.

Até que hoje, no começo da manhã, depois de cavarem a rua em três locais diferentes, os técnicos descobriram o problema: tinha uma pedra no meio do caminho.

Ou melhor, tinha uma pedra no meio do tubo. A tal pedra ocupava mais de 70% da espessura da tubulação, impedindo a passagem da água. 

A esta altura do campeonato, não interessa mais saber como a tal pedra, nossa e do poeta Drummond, havia aparecido dentro do cano. O que importa é que foi removida. 

Graças aos técnicos e demais trabalhadores, que fizeram sua parte, restabelecendo o fornecimento pleno da água nas residências. A Vileta agradece.

Mas a outra pedra, esta sim, continua inteira e simbólica nos versos de Drummond.

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