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Linha de Tiro - Economista Eduardo Costa - 26/04/2018

sábado, 23 de julho de 2016

PMDB LANÇA MANESCHY PARA PREFEITO, MAS NEM BARBALHOS E POVÃO APARECERAM

Lima e Pontes puxaram os aplausos, sob o entusiasmo do candidato

O PMDB de Jader e Helder não é mais o velho PMDB de outros carnavais, quando num estalar de dedos dos caciques a multidão comparecia em peso às convenções partidárias para aplaudir e gritar os nomes de seus candidatos, principalmente os que concorriam à prefeitura de Belém, maior colégio eleitoral do Estado. 

"Nosso partido está dividido e esvaziado, principalmente depois que o Barbalhão (Jader) entregou o partido na mão do filho-ministro (Helder), que só pensa em ser governador", afirmou um velho militante do partido ao ver ontem a prova do esvaziamento peemedebista durante o lançamento da candidatura do ex-reitor da UFPA, o professor Carlos Maneschy. O povão não deu as caras.

Com a ausência do presidente do diretório municipal de Belém, o deputado federal José Priante e de outras lideranças do partido - e estranhamente até mesmo dos Barbalhos -, o PMDB não consegue mais sequer atrair partidos de peso em suas alianças políticas. 

Legendas sem nenhuma expressão no Estado ou mesmo votos, como o  Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e o Partido Republicano Brasileiro (PRB) fecharam apoio à candidatura de Maneschy. É de um desses nanicos que sairá o vice do ex-reitor da UFPA. A convenção, para outros peemedebistas que lá compareceram, foi um grande fiasco. 

Tanto que na foto oficial da convenção não aparecem nem Jader, nem Helder, os padrinhos políticos de Maneschy. Aliás, a expressão meio constrangida do agora candidato dispensaria até legenda na foto enviada ao blog. 

Para os poucos militantes que foram à sede do partido, Maneschy mandou sua mensagem: "há clara insatisfação com a política do jeito que está sendo feita. Precisamos de renovação para transformar e, na minha trajetória dentro da UFPA, posso garantir que o conhecimento é a via que temos para mudar as condições da nossa cidade e a vida das pessoas", afirmou Maneschy.

Mais do que conhecimento, o ex-reitor precisará de entusiasmo, recursos e, principalmente votos, para encarar a parada eleitoral que o aguarda.

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