sexta-feira, 29 de abril de 2016

CUSPIR VIROU MODA. E REPÓRTER DEU O TROCO.

A moda agora é cuspir e fazer necessidades em cima de fotos de agentes pólíticos. Primeiro, foi o psolista Jean Willys, que cuspiu na cara do direitista Jair Bolsonaro. Depois, uma professora (?) petista defecou sobre a fotografia do mesmo Bolsonaro.

Na sequência, o ator José de Abreu, da Rede Globo, cuspiu na cara de um casal dentro de um restaurante. Ou seja, cuspir e fazer necessidades, como demonstração de conduta política, está fazendo escola. Uma escola, aliás, que ensina o pior dos instintos.

Em Santarém, de acordo com o que mostra um vídeo abaixo, um homem preso cuspiu na cara de um repórter de TV. Diferente dos três casos anteriores, desta vez, houve revide. Claro que jornalista não deve fazer isso. Mas fez.

Haja cusparada. E, agora, tapa.


4 comentários:

  1. A educação do grupo que se diz apoiar a "Pátria educadora"! Onde cuspir tornou-se um ato nobre; "todo mundo" aplaudiu, inclusive os "intelectuais orgânicos", ditos, catedráticos.
    Também, o que esperar de um governo que revigorou e instituiu a corrupção?

    ResponderExcluir
  2. Hoje, cusparada e necessidades fisiológicas em público. Amanhã, não se sabe. O nível de incivilidade bateu no fundo do poço.

    ResponderExcluir
  3. qual a sentença desse caso do reporter?

    ResponderExcluir
  4. Quem errou foi o poder público que deixou o acusado a mercê do repórter, uma vez que o preso já estava custodiado pelo Estado. Isso não vai dá em nada.

    ResponderExcluir