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Linha de Tiro - Economista Eduardo Costa - 26/04/2018

terça-feira, 29 de março de 2016

BOCA NO TROMBONE - NOTAS FUMEGANTES E EXCLUSIVAS DO BLOG


Dá ou desce

Hoje é o dia D para os ministros do PMDB no governo Dilma. E o paraense Helder Barbalho sabe que só tem duas opções: ou fica com o governo, e corre o risco de ser expulso do partido, ou sai e preserva suas chances de disputar o governo do Estado, em 2018.

Sem queijo

Pai de Helder, o senador Jader Barbalho já deu a dica: o ministro terá de resistir e ficar com Dilma. E usa um argumento forte: só rato abandona o navio em meio à tempestade. Esquece, porém, que quando o navio está sem rumo e o queijo acaba, nem rato fica na embarcação. No sentido figurado, é claro.

Cala, consente

O blog divulgou semana passada que o PAS/Iasep dos mais de 100 mil servidores do Estado será privatizado pelo governador Simão Jatene. Como ninguém apareceu até agora para contestar o que foi dito, é porque o fogo já tomou o lugar da fumaça.

Malvadeza

Pelos corredores do Banco da Amazônia, os funcionários não escondem a estranheza pelo fato de o novo presidente do Basa, Marivaldo Melo, há mais de três meses no cargo, delegar todas as entrevistas com a imprensa para apresentar os resultados de balanço e outros eventos ao diretor de Controles, Antônio Borges, também conhecido por "Tonico Malvadeza". 

Tudo na mesma

Segundo os funcionários, a ficha de Melo ainda não caiu para velhos hábitos que tornam o Basa o retrato da mesmice. Uma delas é dar "carta branca" a Antonio Borges.  Que, aliás, já se prepara para superar o recorde de seu antigo padrinho, Artur Tourinho, com mais de 10 anos de apego à função de diretor.  

Empacou

As obras do BRT da Augusto Montenegro estão devagar, e isso é motivo de comentários entre motoristas e passageiros que passam todos os dias pelo local. A justificativa apresentada são as chuvas que caem todos os dias em Belém. Zenaldo, se quiser sonhar com a reeleição, deveria baixar um decreto revogando o inverno.   

Deu errado

Por falar no Basa, os aposentados e pensionistas do  banco não entendem por que razão ainda perdura a Intervenção na Capaf, que já dura cinco anos. O que se diz por lá é que a última intervenção da então SPC, hoje Previc, feita com o objetivo de "sanear" a Capaf, durou sete anos e teve como resultado mais visível o aumento do déficit operacional do Fundo de Pensão de então modestos R$ 80 milhões para estratosféricos R$ 800 milhões. 

Mais do mesmo

Depois disso, apareceu uma consultoria internacional, que levou mais R$ 20 milhões para "reordenar" o saldamento dos planos da Capaf , que foram "oferecidos" aos participantes e assistidos como a solução mágica para as mazelas do órgão. Para completar o rolo, a Comissão de Inquérito, nomeada pela Previc para apurar novamente as "causas" do desarranjo da Capaf, passou seis meses apurando, não indiciou ninguém e nem apontou as causas.

De flozô

Quem está gostando disso  é o atual interventor, egresso do Banco do Brasil, que acumula sua aposentadoria com um aditivo de mais de R$ 5 mil, por conta da intervenção. 

Paga antes

As gráficas de Belém já começaram seu planejamento para a próxima campanha eleitoral. E nele há uma recomendação expressa: ou o candidato paga adiantado pelo menos a metade do serviço, ou não terá propaganda nas ruas. Calotes de eleições passadas forçaram a medida.

Balançou

Quem é do meio publicitário sabe que uma página de balanço de empresa pública ou privada, nos jornais de Belém, não sai por menos de R$ 120 mil. Na semana passada, o "Diário do Pará" publicou oito páginas com o balanço da Companhia Docas do Pará (CDP), a companhia  subordinada à Secretaria dos Portos, que tem como ministro Helder Barbalho, um dos herdeiros do jornal.

Só isso?

Segundo informou ontem à coluna o presidente da CDP, Parsifal Pontes, o valor pago ao "Diário do Pará" foi de exatos R$ 178.300,07. Na verdade, diz Parsifal, a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), que faz a cotação de preço, oferece um valor inicial que, no caso desse balanço, foi de R$ 356.900,63. "Não sei quais os parâmetros da EBC para chegar a esse valor", observa ele.

"O Liberal" dançou

Ocorre, ainda segundo Parsifal, que sobre os R$ 356.900,63 foi feito uma espécie de leilão "inverso" e quem oferece o menor valor leva. E quem levou foi o "Diário". O presidente da CDP informa que "O Liberal" participou do leilão e o menor valor oferecido pelo jornal dos Maiorana foi R$ 178.600,56. Ou seja, o preço a menor do vencedor foi R$ 299,51. 

Dilma do Jarbas

Entreouvido na sede da OAB do Pará: "O nosso presidente, Alberto Campos, é a Dilma do Jarbas". Pano rápido.  

4 comentários:

  1. Entendo pouco do quase nada de política... A gente pode dizer que política é o inferno e o céu ao mesmo tempo, só que para os mafiosos até o inferno é de fogo brando! Os Barbalhos que o digam. Será?

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  2. Verdade, anônimo. Sartre dizia: "o inferno são os outros". Ou seja, cada um com seu inferno. Ou santidade, na visão de outros.

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  3. Será que os Barbalhos vão largar a gamela dos "outros"?
    É uma briga de céu e inferno, tomara que o céu...... vença! (saudoso Paulo Ronaldo). No caso ptralhas X metralhas, qualquer um vencendo, continuamos fritos.
    Novas eleições para Presidente, já!

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  4. O Ministério Público Federal (MPF) realiza, nesta terça-feira, evento de entrega à sociedade civil das mais de 2 milhões de assinaturas coletadas por cidadãos e cidadãs de todo o país em apoio à Campanha 10 Medidas contra a Corrupção. A solenidade acontece em Brasília, a partir das 14h, no Auditório Juscelino Kubitschek da Procuradoria-Geral da República, e será aberta ao público.
    O evento é organizado pela Câmara de Combate à Corrupção do MPF, que atuou como depositária das assinaturas durante os oito meses de coleta, realizada por voluntários em todo o Brasil. Durante a cerimônia, as fichas de assinatura serão devolvidas de forma simbólica à sociedade civil, que levará as propostas ao Congresso Nacional.
    Participarão do evento o coordenador da Câmara de Combate à Corrupção do MPF, subprocurador-geral da República Nicolao Dino, o presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), procurador-geral de Justiça de Goiás, Lauro Machado Nogueira, o coordenador da Força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, procurador da República Deltan Dallagnol, além de membros e servidores do Ministério Público Brasileiro, entidades apoiadoras e representantes da sociedade civil. A cerimônia é aberta ao público e não é necessária inscrição prévia.

    Histórico
    As 10 medidas reúnem 20 propostas de alterações legislativas que visam aprimorar a legislação brasileira de combate à corrupção. Busca-se, entre outros ajustes, a criminalização do enriquecimento ilícito; aumento das penas e crime hediondo para corrupção de altos valores; celeridade nas ações de improbidade administrativa; reforma no sistema de prescrição penal; responsabilização dos partidos políticos e criminalização do caixa 2.
    Inicialmente desenvolvido por integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, o conjunto de medidas de alterações legislativas foi aperfeiçoado e referendado por comissão de membros do Ministério Público Federal instituída pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em janeiro de 2015.
    Em março do mesmo ano, as propostas de anteprojetos de lei foram apresentadas à sociedade civil e disponibilizadas no portal do MPF para críticas e sugestões. Depois de receber contribuições de especialistas e cidadãos, as medidas foram encaminhadas ao Congresso Nacional, no final de maio, pelo coordenador da Câmara de Combate à Corrupção do MPF, órgão responsável pela condução institucional do projeto.
    A coleta de assinaturas em apoio às 10 Medidas, necessárias para apresentar as propostas em forma de projeto de iniciativa popular, teve início em julho de 2015. Em oito meses, mais de 1.016 instituições – entre igrejas, universidades, associações, estabelecimentos comerciais, empresas e organizações não governamentais – declararam apoio formal à ideia e mobilizaram voluntários em todo o país em prol da causa.
    A meta inicial da campanha, de 1,5 milhão de assinaturas, foi atingida em fevereiro de 2016. No dia 29 de março, a Câmara de Combate à Corrupção do MPF, que atuou como depositária das fichas de apoiamento nesse período, realiza a entrega simbólica do material coletado a sua legítima portadora, que é a sociedade. (espaço aberto)

    com medidas como esta que esperamos mudança neste Brasil varonil. A esperança é que nosso País se torne uma Nação respeita pelos valores éticos e morais, por um povo que se indigna e que luta pela decência.
    Prender corrupto, escandalizar salafrários, não é suficiente é preciso que os homens honrados deem exemplo de cidadania isso é educação!
    Avante Brasil!

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