VER-O-FATO: A BOA NOVIDADE DO JORNALISMO PARAENSE

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A BOA NOVIDADE DO JORNALISMO PARAENSE


Grata surpresa no meio jornalístico, o Correio, o jornal de Carajás, com sede em Marabá e distribuído em mais de 38 municípios paraenses - inclusive em Belém, onde pode ser adquirido em bancas do centro da cidade, shoppings e aeroporto - , é a prova de que, quando o interesse dos leitores é atendido, com notícias, informações e reportagens que dizem respeito à vida de todos, a credibilidade cresce e aparece.

Com circulação às terças, quintas e sábados, o Correio, que nunca parou de circular desde 1983, está hoje sob nova direção, que imprimiu literalmente ao jornal as tintas da modernidade e um conteúdo que nada ficar a dever - e até supera, em suas edições, os jornais da capital. 

As manchetes de hoje, como você pode ver acima, comprovam o que é dito aqui.

Além de mostrar que a segunda prefeitura mais rica do Estado, a de Canaã dos Carajás, com apenas 33 mil habitantes, arrecadou R$ 1 bilhão nos últimos três anos entre impostos, repasses federais e transferências da taxa mineral, embora o prefeito do município, Jeová Andrade não consiga traduzir em obras os recursos que recebe, o Correio também denuncia que, em Parauapebas, a Secretaria  de Saúde pode jogar no lixo mais de R$ 12 milhões em contraceptivos que estão com prazo de validade vencendo em fevereiro próximo.

Além dessas reportagens, o Correio dá um banho de cobertura a respeito do assassinato do prefeito de Goianésia, João Gomes, o "Russo", apresentando duas páginas, com apurações e fotos exclusivas. Há também matérias esportivas, policiais e notícias das regiões sul e sudeste do Estado.

Por tudo isso, vale a pena comprar e ler o Correio.  Afinal, ele demonstra que no interior paraense existem boas publicações que os leitores da capital precisam conhecer. Urgentemente.  

3 comentários:

  1. Alvíssaras, caro companheiro Carlos Mendes. Que bom que a terceira via no jornalismo paraense vem do interior, cada vez mais pujante na economia e agora também no jornalismo.

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  2. Os jornais de Belém estão muito defasados e não conseguimos mais ler nada que preste ainda porque tais matutinos preferem agredirem-se.

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  3. O importante é o intercâmbio-interação Capital-Interior-Capital, perincipalmente, destas bandas de cá, sul-sudeste do Estado.

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