VER-O-FATO: O QUE É NOVO PARA OS JORNAIS DE BELÉM, É VELHO PARA O BLOG. SAIBA OS MOTIVOS

terça-feira, 17 de novembro de 2015

O QUE É NOVO PARA OS JORNAIS DE BELÉM, É VELHO PARA O BLOG. SAIBA OS MOTIVOS


O quê as duas manchetes acima - do "Diário do Pará" e "O Liberal" - têm em comum além da semelhança no título? Resposta: o atraso de 2 meses e 11 dias em que ambos noticiaram que Marivaldo Melo era o novo presidente do banco. Por conveniência comercial que se sobrepõe à independência de informar, os dois jornais, que vivem às turras na briga para saber quem é mais governo aqui e alhures, sonegaram de seus leitores a notícia que o blog Ver-o-Fato deu com exclusividade no dia 7 de setembro passado.

Àquela altura do campeonato, quando este blog deu a notícia sozinho, é provável que os jornalistas de "O Liberal" e "Diário do Pará" tivessem a mesma informação e estivessem loucos para publicá-la. Ocorre que Valmir Rossi ainda era presidente do BASA, portanto, com a chave do cofre nas mãos para liberar o pagamento desses jornais pelas publicidades do banco inseridas nos dois veículos. Nem sempre, querer é poder.
 
Lógico que os editores-gerais das duas publicações não iriam se fazer de doidos e dar a notícia de que Marivaldo Melo já era o novo presidente do BASA. Corriam o risco de ganhar, sem direito a GPS, o caminho da rua. Resumo da ópera: a notícia foi engavetada.
E só o Ver-o-Fato deu, porque aqui a nossa linha editorial é a de priorizar o interesse do leitor ao obter a informação de primeira linha. Estamos sempre 24 horas à frente dos jornais impressos, que muitas vezes, mesmo dispondo em seus veículos das chamadas redes sociais, também controlam e manipulam as informações
 
Então, agora que você já sabe porque "O Liberal" e "Diário" deram a notícia com mais de 71 dias de atraso, não esqueça: no blog Ver-o-Fato, você é o primeiro a saber dos fatos de interesse do Pará. Doa a quem doer e sem rabo preso com ninguém.

Confira abaixo:

Blog Ver-o-Fato, 7 de setembro de 2015

Exclusivo: Marivaldo Melo é o novo presidente do Basa. Ele é do quadro de carreira do banco

O martelo já foi batido em Brasília. O Banco da Amazônia (Basa) terá novo presidente: é o engenheiro agrônomo amazonense e funcionário de carreira, Marivaldo Gonçalves de Melo, de 49 anos, que hoje é o superintendente do Basa no Tocantins. Ele deve assumir o cargo nos próximos dias, substituindo Valmir Pedro Rossi, que comandava o banco desde fevereiro de 2013. 

O Ver-o-Fato recebeu a informação no final de semana, e começou a checá-la imediatamente. Em Belém, se alguém no banco já sabia, preferiu ficar calado. Um diretor chegou a dizer ao blog que tudo não passava de "especulação". Outro servidor, mais antigo, admitiu que os rumores já haviam chegado ao presidente Valmir Rossi e este já estava "ciente" de que será substituido. "O Valmir até já está arrumando suas coisas para sair", afirmou o funcionário.

O blog teve a confirmação da mudança ao ligar para uma fonte no Estado do Tocantins, que forneceu detalhes da articulação política e do consenso em torno do nome de Marivaldo. Tudo foi sacramentado no dia 19 de agosto passado, durante uma reunião com o vice-presidente da República Michel Temer, em Brasília, quando um grupo de senadores, liderado por Omar Aziz (PSD-AM) conseguiu emplacar a indicação.

Marivaldo tem o apoio dos Estados do Acre, Tocantins, Pará, Roraima, Amazonas e Amapá. Entre a bancada tocantinense, contou com o apoio de Vicentinho Alves (PR) e Donizeti Nogueira (PT). O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (Fieto), Roberto Pires, declarou que Marivaldo, que está no comando do Basa do Tocantins desde janeiro de 2013, tem contribuído de forma determinante para alavancar a agroindústria tocantinense.

“A vasta experiência e o conhecimento de Marivaldo vão ajudar a desenvolver não só o nosso Estado, mas todo o país, porque ele conhece com profundidade a região amazônica”, disse Pires. No primeiro semestre de 2015, o Basa apresentou um lucro líquido de R$ 106 milhões, maior que o do igual período de semestre, em 2014, que ficou em pouco mais de R$ 60 milhões.  

                               Marivaldo: apoio de senadores de seis estados da região e de Michel Temer

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