sexta-feira, 31 de julho de 2015

Combata o trabalho escravo no Pará. Vamos acabar com essa vergonha nacional



O tráfico de pessoas é o terceiro mais lucrativo do mundo. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), cerca de 2,5 milhões de pessoas são vítimas dessa grave violação de direitos humanos em todo o mundo.

A forma de exploração mais comum é a sexual. Mas a comercialização de seres também pode ter outras finalidades, como a adoção ilegal de crianças, a venda de órgãos, o casamento forçado, a superexploração de trabalho rural, urbano ou doméstico e o trabalho escravo.

A animação “Tráfico de Pessoas – Mercado de Gente” explica como essa violação acontece e quais são as formas de prevenção e combate.

Este é o terceiro vídeo da série ENP! na Tela, que discute, por meio da facilitação gráfica, os principais temas presentes nas formações e materiais impressos do Escravo, nem pensar!, como o círculo do trabalho escravo e o trabalho infantil.

O vídeo foi produzido em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos e o Ministério Público do Trabalho.


Sobre o programa Escravo, nem pensar

Coordenado pela Repórter Brasil, o Escravo, nem pensar! (ENP!) é o primeiro programa educacional de prevenção ao trabalho escravo a agir em âmbito nacional. Desde 2004, tem realizado atividades em comunidades de regiões de alta vulnerabilidade socioeconômica, suscetíveis a violações de direitos humanos como o trabalho escravo e o tráfico de pessoas.

 Suas ações de formação e prevenção já alcançaram mais de 140 municípios em nove estados brasileiros e beneficiaram mais de 200 mil pessoas. O programa foi incluído nominalmente na segunda edição do Plano Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo e consta como meta ou ação de planos estaduais, como os do Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins.

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