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domingo, 18 de novembro de 2018

Simão Jatene e o novo chefe do MP do Pará: a caneta que afaga é a mesma que afoga

É desse prédio aqui que o ungido pelo governador vai governar o MP
A caneta que eleva ao poder é a mesma que pode sufocar a pretensão de subir. Depende, é claro, de quem a empunha. No caso do governador Simão Jatene, ele terá nas mãos a lista tríplice para decidir, com uma canetada, quem irá comandar o Ministério Público do Pará (MPPA) no biênio 2019/2020, substituindo o atual procurador-geral de Justiça, Gilberto Valente. Martins.

Sobre heróis e vilões





Eliane Cantanhêde - jornalista

A esquerda insana imagina uma imensa articulação internacional, quiçá intergaláctica, para as forças pró-finanças e anticivilização dominarem os países e trucidarem os povos, inclusive o Brasil e os brasileiros. E a direita delirante vê globalistas, China maoísta, esquerda internacional, ambientalistas, abortistas, corintianos, flamenguistas, marcianos e jupiterianos destruindo a civilização ocidental cristã. O ponto em comum entre os dois polos é o horror à globalização, um processo sem volta. Uma nova guerra mundial? Ou o fim do mundo?

sábado, 17 de novembro de 2018

EXCLUSIVO: juiz exorciza fraudes de cartório "fantasma" e manda bloquear 11 fazendas da empresa Agropalma

Juiz André Filo-Creão da Fonseca viu "prejuízos a terceiros" e concedeu tutela

A cada dia em situação cada vez mais complicada e desesperadora, a empresa Agropalma, que hoje ocupa mais de 100 mil hectares de terras públicas e privadas no Pará sob suspeita de grilagem, entre os municípios do Acará e Tailândia, acaba de ter mais 11 fazendas localizadas nessa região cujos registros imobiliários e matrículas devem ser imediatamente bloqueados. A razão: os documentos foram expedidos pelo cartório "fantasma" Oliveira Santos, que não possui idoneidade ou fé pública. A decisão de bloqueio foi tomada na última quarta-feira, 14, pelo do juiz da Vara Agrária de Castanhal, André Luiz Filo-Creão Garcia da Fonseca.

Tribunal manda Vale indenizar índios do Pará prejudicados por mineração: valor alcança R$ 100 milhões

Kayapós e Xicrin foram em audiência, em Brasília, cobrar seus direitos
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu que as comunidades indígenas Xikrin e Kayapó devem ser indenizadas pelos danos ambientais e à saúde sofridos com a Mineração Onça Puma, subsidiária da Vale que atua na extração de ferro-níquel no sul do Pará. Também foi determinada a a paralisação das atividades de exploração mineral, até que a empresa cumpra obrigações socioambientais, apresentando programas mitigatórios e compensatórios em favor das etnias atingidas.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Em Anajás, no Marajó, homem muito doente é transportado em carrinho de mão até hospital


Com um dos piores índices de desenvolvimento humano do Brasil, o município de Anajás, localizado no centro geográfico do arquipélago do Marajó, é obrigado a conviver todos os dias com as mais abjetas condições sanitárias, exclusão social e níveis africanos de assistência médica.

30 que trabalharam na campanha de Paulo Rocha ao governo tomaram calote: senador diz que divida é do PT


A dívida de campanha não trará paz enquanto não for paga


O senador Paulo Rocha, que ficou em terceiro lugar nas últimas eleições ao governo do Pará, não pagou a última parcela aos cerca de 30 profissionais, entre jornalistas, publicitários e técnicos, que trabalharam nos programas eleitorais de rádio, TV, rede social e mídia impressa do candidato. 

UFPA mostra resultados de regularização fundiária em 21 mil lotes de seis cidades

Ipixuna do Pará, uma das cidades beneficiadas pelo "Moradia Cidadã"
Vila São Pedro, em Capitão Poço: sem meio fio e pavimentação


A Universidade Federal do Pará e o Ministério das Cidades abrem no dia 19, segunda-feira, a partir das 9 horas, no auditório do Setorial Básico I, Campus Básico, em Belém, o seminário final do Projeto Moradia Cidadã: Contribuições para a Implementação da Lei 13.465/2017 na Amazônia Legal. O evento apresentará os resultados dos estudos topográficos, urbanísticos, ambientais, sociais, jurídicos, documentais, administrativos e registrais do projeto e as inovações metodológicas e tecnológicas desenvolvidas pelas equipes interdisciplinares da Comissão de Regularização Fundiária (CRF-UFPA) em 21 mil lotes existentes em Capitão Poço, Nova Esperança do Piriá, Ipixuna do Pará, Mãe do Rio, Tomé-Açu e Concórdia do Pará.